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21 de jun de 2017

Presidentes que Implodiram o Brasil


O primeiro presidente que implodiu o Brasil foi Juscelino Kubistchek que encontrou o caixa da União abarrotado de dólares e ainda pediu empréstimo ao FMI para a construção de Brasília em tempo recorde deixando o país comprometido com os banqueiros internacionais. O presidente JK tinha a intenção de desenvolver o país para os estrangeiros tanto é que, começou a entrada de indústrias estrangeiras e daí em diante as portas estavam abertas para as multinacionais entrarem e tomar conta de todo mercado atacadista e varejista da nação. Foi e está sendo uma invasão silenciosa dentro da economia nacional. E quem era JK um filho de imigrante.

Depois vieram o quarteto fantástico de vilões: Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Michel Temer. Essa quadrilha espetacular traidora conseguiu enganar tudo e todos.  Venderam em leilões e privatizações todas as riquezas do Brasil e ainda estão querendo mais, as infraestruturas do país, para escoamento rápido dessas riquezas minerais antes que chegue um governo nacionalista e acabe com a festa do Bolinha.

Agora aparece um asno na CCJ que aprova uma PEC que permite “A ESTRANGEIROS” votarem e serem votados nas Eleições Municipais. Agora vai fechar o ciclo das invasões com os estrangeiros dentro da política brasileira. Os estrangeiros já tinham invadidos: as riquezas do solo e subsolo, o mercado varejista e atacadista, as indústrias e só faltava a política que vai começar agora. Que país é esse? Que povo é esse? Onde está a segurança nacional? Perdemos tudo e deixamos um Brasil Bobão. 

Tudo indica que está havendo uma conspiração internacional não só contra o Brasil mais contra outros países do primeiro mundo como a Alemanha cuja ministra disse que a Alemanha do futuro seria um país islâmico. O islamismo está crescendo de maneira acelerada em toda parte do mundo com suas religiões e mesquitas e fazendo uma lavagem cerebral nessa população de infiéis para no futuro conquistar o país. A intenção do islamismo é de um poder universal e estão se infiltrando e conquistando os seus objetivos no mundo.

É assim que os imigrantes vão tomando um país de cada vez, aos poucos, um Decreto aqui, uma lei ali, uma PEC e por aí vai minando tudo e conquistando o poder do país. É de grão em grão que a galinha enche o papo.

Tudo isso é estratégia de imigrantes que os brasileiros acolheram no passado e hoje, querem invadir o país com os seus compatriotas, o Brasil está sendo atraiçoado por aqueles que foram estendidas as mãos amigas e querem nos apunhalar pelas costas. Os coitadinhos de hoje, serão os monstros de amanhã. Os imigrantes querem o poder político para mandar no país e no povo e esse povo vai se transformar em escravos desses Zé Ninguém através de leis austeras contra o povo e o trabalhador, como a PEC 55 e as leis: da Previdência, Reforma Trabalhista, da Terceirização, etc. Vejam que toda desgraça do Brasil aconteceu e está acontecendo pelas mãos de imigrantes que estão no poder e os brasileiros como Maria que vão com as outras vão sendo levados para o sacrifício, os brasileiros são como piolhos que só andam pela cabeça dos outros. Povo sem visão política.




Por: Ernani Serra 
Pensamento: Quem dá o que tem a pedir vem.
Adágio Popular

18 de jun de 2017

Festa no Apê dos Ratos


Sonho dos Ratos
Era uma vez um bando de ratos que viviam num buraco em um casarão velho. Havia ratos grandes, pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.

Um dia apareceu em cima da mesa um grande queijo parmesão muito cheiroso que deixaram os ratos com água na boca, mas não tinha como ir comer nem um pedacinho, porque havia um gato grande vigiando sempre aquele rico queijo.

Os ratos ficavam tramando o dia todo, como ir até lá para roubar o queijo! Era uma incógnita, não chegavam a uma solução.

Pensaram até em fazer uma ditadura dos ratos e outros diziam socializaremos o queijo. 

O queijo só ficava nos sonhos dos ratos. 

Um dia eles olharam e não viram mais o gato, o gato tão temido tinha desaparecido e o queijo lá estava suculento, cheiroso e apetitoso. Desconfiados foram saindo do buraco e deram gritos de felicidades, acabou a tirania, o queijo dourado lá estava para ser devorado pelos ratos famintos. 

O queijo que tanto sonhavam e cresciam em seus sonhos de desejos já estavam sendo mordidos e compreendeu que queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados, o queijo real diminui e desaparece. 

Quanto maior o número de ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos, olharam cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo havia comido, e os olhares se enfureceram, arreganharam os dentes. Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos e a luta começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.

O projeto da socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:

Qualquer pedaço do queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono, mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratos mais fortes e astutos comeram tanto que ficaram obesos e donos do queijo; tinha todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes afiados à mostra, só que, os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de hoje. Compreenderam, então, que não havia diferença alguma, pois todo rato que fica dono do queijo vira gato.

Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. Fonte: Site Demodelando.

Moral da Estória
Um governo forte amedronta o povo que fica na toca, com medo, escondido. Quando esse governo perde o poder todos saem para festejar a liberdade que termina em anarquia. Quando “socializa a democracia” os que tomam o poder fazem o mesmo com o povo, os oprime, deixam passando fome, e a miséria continuam com partidos diferentes.

Houve um caso em que o chefão começou a comer o queijo sozinho e não distribuiu com os outros ratos de sua confiança, então houve uma revolta e acusaram de ladrão de queijo e o destituíram do cargo. 

Entrou outro chefão no poder da prole, e começou a dividir o queijo: migalhas, sobras da mesa para o povo, e pedaços grandes para os ratões que construíram os buracos. Enfim, para a organização mafiosa de colarinhos brancos, ninguém falava nada dos chefões que controlavam o gigantesco requeijão, até que um insatisfeito com o seu quinhão resolveu botar a boca no trombone e denunciou quem estava comendo mais daquele requeijão, foi um grande reboliço dentro da toca. Alguns diziam: Por que o outro foi demitido e esse chefão continua no poder? Não cometeu o mesmo crime?

Moral ou imoral da estória:
Porque o chefão soube dividir o queijo com todas as ratazanas, mesmo em fatias diferentes mais bem volumosas. 

Escândalos e mais escândalos sobre o requeijão e só sobram para os ratinhos magrinhos, quanto ao ratão gordão, todos os defendem, coitado! O ratão se diz inocente, apesar de ser o dono do queijo, não viu, nem ouviu nada. E ainda grita para todos os ratos não vai sobrar pedra sobre pedra, vou fazer “justiça e condenar” os gananciosos que estão comendo mais do que os outros.




Por: Ernani Serra
Pensamentos: A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem.
Textos Judaicos

16 de jun de 2017

(TSE) - Inocentaram a Corrupção


A Chapa Dilma/Temer foi um fiasco, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) depois de quatro dias de conversa vã inocentou a corrupção. Por mais que o relator do processo da Chapa Dilma-Temer, o ministro Herman Benjamin disse que a campanha vitoriosa de 2014 foi recheada de propinas da Petrobras, e incorreu no crime de abuso de poder econômico e político por receber esses recursos ilegais, não foram levados em conta esses crimes de corrupções porque as cartas já estavam marcadas e o julgamento foi político e não jurídico. Sem falar nos depoimentos de delatores da Odebrecht e dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura que estavam nos autos do processo mais foram excluídos pelos ministros de Temer e Dilma.

O impetrante desse processo pode recorrer e impetrar um novo julgamento pelo TSE desde que, todos os ministros sejam imparciais e nenhum tenha ligação com os acusados. 

O que ocorreu foi a presença de dois ministros nomeados pelo presidente Michel Temer e um outro foi advogado de Dilma Rousseff logo de cara, já se vê, que já existem três votos contra a cassação da Chapa Dilma Temer e foi o que aconteceu, dos sete ministros três votaram contra e três a favor da cassação e o desempate foi para o ministro Gilmar Mendes que inocentou Temer e Dilma das acusações, como se ambos fossem inocentes, o que aconteceu foi que a corrupção venceu por 4x3 a todas as acusações comprovadas e passou a se tornar uma inocência dentro da culpa. 

Quando a lógica perante os fatos apresentados durante todo o processo seria de uma votação unânime de 7x0 mostrando que os juízes foram imparciais e julgaram com honestidade pois, as provas estavam claras e evidentes só quem não enxergou quem estava cego pelo comprometimento político.

Um parlamentar chegou a dizer: "No TSE se pode tudo e não se pune nada".

Vamos esperar agora quando o Temer e a Dilma forem julgados pelos seus crimes no STF, será que vão ser inocentados mesmo com todas as culpas e crimes?

De acordo com o procurador-geral Rodrigo Janot o presidente Michel Temer está incurso em quatro crimes: Corrupção passiva; organização criminosa; obstrução de justiça e lavagem de dinheiro.

Já não tenho mais certeza no julgamento da justiça. 

Fizeram o povo de palhaço mais uma vez.
  



Por: Ernani Serra
Pensamento: Quando os juízes deixam de condenar os culpados é sinal que os inocentes serão julgados e condenados pelos seus atos de justiça.
Ernani Serra