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22 de set de 2009

Guerra e Paz


O homem culto teme a corrida armamentista pelas conseqüências pacíficas. A paz para os ocidentais é um flagelo, pois, os impelem para o desenvolvimento socialista-nacionalista. A paz é a estabilidade de um povo decadente dentro da dinâmica, partindo para ascendência dinâmica.
O homem inculto vive nas trevas do medo, no alvorecer da era atômica, criando um mundo fantasmagórico e ridículo quanto ao desaparecimento da espécie humana. O homem é em potencial egocêntrico e o seu amor é um sentimento egoísta que se exterioriza em todos e em tudo.
Outros, acreditam na unificação dos povos sem fronteiras nem nacionalismo; partindo dessa premissa, poderá surgir dois tipos de governos com caráter totalitário: Imperialista e Socialista. Esta tática psicológica já está sendo aplicado no mundo para beneficiar certos países super-desenvolvidos e que, ambicionam o império mundial e também, para manter um padrão sócio econômico elevado de um povo opulento. Eliminar o nacionalismo é enfraquecer um povo, para conquistá-lo pacificamente.
Estamos na época que marcará na História Mundial o período de libertação dos países subdesenvolvidos no globo terrestre. Não haverá mais guerras mundiais porque as guerras se infiltrarão pelos cinco continentes com táticas e estratégias guerrilheiras e terroristas que muito contribuirá para solidificação de uma ação humanitária nos países de baixo desenvolvimento.
Só teremos paz quando todos os países se tornarem Potências e seus governos regidos pela autodeterminação dos povos, respeito mútuo, interligados pelo intercâmbio sócio-econômico (da oferta e da procura) que a necessidade impõe a humanidade. Quando as forças se anularem nos campos de batalha, o horizonte da humanidade se ampliará para o campo das conquistas sociais e o homem gozará de um sentimento de segurança e fraternidade.

Ernani Serra

Pensamento: O que melhor assenta à juventude é: a modéstia, o pudor, o amor, a temperança, a justiça; são essas as virtudes que devem formar o seu caráter.

Sócrates