Leitores Online

28 de mar de 2010

A nova política dos Xenófilos


Os países em desenvolvimento por estarem operando as grandes reservas de riquezas do solo e subsolo, com capacidade de se tornarem potências e também, com toda oportunidade de se tornarem livres do jugo das grandes potências internacionais. Esses países do Terceiro Mundo estão sendo pressionados de fora para dentro e internamente por grupos políticos que trabalham para o bem-estar de outras nações e procuram a todo custo neutralizar o progresso econômico e social para que não haja desenvolvimento interno e sim, um estágio regressivo no comportamento do povo e do mercado nacional.

Para que isto ocorra o mais depressa possível, os interessados nesta situação caótica do país procuram desestabilizar a política econômica e monetária da nação, procurando a todo preço evitar a expansão da agricultura, frear a produção e diminuir o mercado de trabalho e em contrapartida procuram construir obras de grande vulto que aparentemente parece estar desenvolvendo o país, mas na verdade, estão sangrando os cofres públicos para que não haja um superávit na Balança de Pagamentos e sim, déficit.

Quanto mais poços de petróleo se encontram no território desses países mais aumentam os preços dos derivados para o consumo interno e menos combustíveis se vê dentro do país, porque esses países se dão ao luxo de exportar as necessidades desse mesmo povo faminto; e quanto mais ouro, petróleo, diamantes etc. vão descobrindo nesses países mais aumentam as pressões internacionais para que haja sempre um endividamento em escala crescente e infinita, e as riquezas internas, não sirvam para beneficiar o povo subdesenvolvido e que, tenham um efeito contrário de esmagar toda a economia, levando esse povo a miséria com uma recessão e uma hiperinflação monetária.

Com esse sistema, o mercado interno fica sem freios e os preços sobem vertiginosamente e inversamente proporcional ao poder aquisitivo da classe trabalhadora e assim sendo, virá a curto prazo as falências das micro e médio empresas, provocando assim, um índice crescente de desempregados e uma produção decrescente no mercado interno e o povo, sem poder competir com a elevação dos preços vão sendo exterminados pela fome e doenças.

Enquanto isso acontece, o país aparece na publicidade internacional como um dos grandes concorrentes na produção mundial de alimentos e manufaturados, e também, como um país muito rico em minérios, petróleo... e como um país em franco desenvolvimento porque tem as mais modernas hidrelétricas do mundo, as usinas nucleares, um estaleiro para construir navios e submarinos atômicos, bases de foguetes etc… tudo com aparência de que vai dar bem-estar ao seu povo, quando na verdade estão programando tudo isto para substituir esse povo nativo por um povo alienígena que irá desfrutar de toda essa opulência através de um processo contínuo e futurista.

Tudo isto não passa de uma armadilha bem elaborada para uma invasão lenta e pacifista, onde a raça nativa desses países estão sendo dizimadas por todo esse aparate político e anti-nacional.

Nesta bagaceira de xenofilia política, econômica e publicitária, devemos impor neste momento de crise o sentimento de xenofobia para resguardar os nossos interesses sócio políticos e culturais.

Eliminar o nacionalismo da alma coletiva é enfraquecer um povo para ser conquistado pacificamente por interesses alienígenas.

Nem sempre uma nação se torna uma potência mundial ou se diz que ela está forte pela quantidade de matérias primas ou manufaturados através do eixo da exportação como também pela aquisição de moedas estrangeiras (divisas) ou pelas suas incomensuráveis obras realizadas dentro do país.

Uma civilização civilizada e forte é aquela em que o seu povo está forte e sadio, começando a se desenvolver de dentro para fora e nunca de fora para dentro, porque é o miolo que sustenta a árvore e não uma casca em decomposição, artificialmente pintada para dar uma falsa aparência.

O que está havendo é um esforço para desenvolver esses países do Terceiro Mundo o mais rápido possível para que no futuro os nativos sejam os estrangeiros de hoje.

Se os nativos de hoje não abrir os olhos, o amanhã será um túmulo sem futuro e sem esperança. Devemos estar atentos para não perdermos no futuro as nossas raízes tradicionais sem a qual uma nação perde sua personalidade histórica. O país é o corpo e a nação é a alma vital.

Nesses países o que está havendo é uma falsidade ideológica e uma desobediência civil.

Falsidade ideológica porque estamos preparando a infra-estrutura para grandes complexos industriais vindos do exterior (as multinacionais). Estamos gastando acima das posses nacionais e nos endividando até perdermos a nossa liberdade política.

Desobediência civil porque estamos numa recessão econômica e numa hiperinflação e os governos desses países que se dizem em desenvolvimento perderam o poder de governar e estão sendo governados e portanto, perderam o respeito pelo seu povo e este povo, perdeu o respeito pelos governantes.

Por:Ernani Serra

Pensamento: E se um dia teu coração for atacado pelo pessimismo e corroído pelo cinismo, que Deus, então, se compadeça de tua alma de velho.

General Mac Arthur