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25 de nov de 2010

Forças Armadas, Vigilância Nacional e Progresso


Os Batalhões de Engenharia de Construção vem cumprindo seu papel patriótico no progresso do Brasil. O Governo Federal precisa reativar os Batalhões de Engenharia Férrea para que haja um desenvolvimento econômico em todo país.

O 1º BEC situado em Caicó-RN construiu em 1958 inúmeras estradas, pontes, açudes... inclusive o açude de Acari-RN, esse açude passou por dois engenheiros civis que passaram a mão na verba federal e nada fizeram, só sendo concretizado pelos militares que gastaram na obra a metade das verbas recebidas por cada engenheiro civil.

As estradas construídas pelos batalhões duram cinco vezes mais do que as estradas construídas pelos engenheiros civis, sem falar nas verbas de construções militares, que saem pela metade do preço das empreiteiras civis que super-faturam as compras dos materiais das obras.

O Governo Federal deveria aumentar o número de Batalhão de Construção Rodo ferroviária em todos os Estados do Brasil. O lema do Batalhão de Construção é: Por vezes construir, às vezes destruir, mais sempre servir. Se faz necessário que os militares não fiquem na ociosidade sem contribuir com o progresso do Brasil.

Esses trabalhos de engenharia feito por militares são mais rendosos e eficientes para a União, por serem os militares mais honestos e terem amor a Pátria. Vale a pena investir na mão-de-obra militar em construções civis.

No Amazonas os índios deveriam ser treinados pelos Batalhões de Fronteira do Exército na repressão e no combate ao narcotráfico, ao contrabando de animais silvestres e de madeiras ilegais, e também, a caça e pesca predatória. Sendo os índios nativos e conhecedores da selva amazônica muito poderiam contribuir na ação tática e estratégica dos militares.

Como o território do Amazonas é muito extenso se faz necessário à criação de micro-postos avançados das três armas: Exército, Marinha e Aeronáutica.

Os postos do Exército fiscalizava as fronteiras, a Marinha formava postos militares pelos rios e a Aeronáutica com postos nas cabeceiras dos aeroportos dentro da floresta para apoiar com helicópteros e aviões de caça os chamados do Exército ou da Marinha.

Como o Amazonas é um Estado muito grande, esses postos militares e avançados em locais estratégicos serviriam para diminuir as distâncias e chegar ao local do crime imediatamente fortalecendo as fronteiras. As Forças Armadas nestes postos deveriam também fazer um papel social com os moradores civis e índios da região como: alfabetizar e educar as crianças e adultos, dar assistência médico-odontológica, conscientizar a população dos problemas da explosão demográfica e a preservar a natureza em seu estado primitivo.





Por: Ernani Serra
Pensamento: Nada é impossível para aquele que persiste.
Alexandre (O Grande)