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1 de mar de 2011

Colégio Militar


O Colégio Militar está exigindo demais dos alunos da quinta série do Ensino Fundamental II.

É admissível que o Colégio Militar exija um padrão elevado nos estudos das disciplinas com relação às provas e gabaritos nos concursos de admissão à quinta série do Ensino Fundamental II para o seu corpo discente, mas não está sendo justo para com os neófitos, principalmente, com os da quinta série que almejam ingressar naquela instituição militar e se deparam com uma muralha intransponível nas provas de admissão.

Não acredito que nenhuma criança de 10 a 13 anos que completaram a quarta série primária tenham competência para passar nos exames desse renomado Colégio Militar, a menos que sejam uns gênios.

Raríssimos são os colégios no Brasil que tenham a competência de preparar as crianças do primário para passarem nesse concurso militar tão exigente, difícil e quase impossível quanto ao nível intelectual desses candidatos infanto-juvenil.

As provas desse colégio a quinta série foram elaboradas a nível médio a superior. Essas provas exigem das crianças um grande conhecimento geral e um tirocínio de adulto bem preparado, sem falar, no exagero de itens ou quesitos que cansam a mente dos jovens, dificultando a aprovação nos exames.

É preciso saber se o quadro de alunos desse colégio militar está sendo preenchido totalmente ou estão funcionando com um mínimo de alunos gênios (Rui Barbosa), pois, não acredito que tenham tantas crianças tão sábias para completar um quadro de 943 alunos dessa instituição. Se forem preenchidas essas vagas é porque existem muitos “gênios” numa educação privada e estatal de baixo nível educacional nos colégios do Brasil. É por essa e muitas outras que eu duvido da competência desses candidatos que foram aprovados.

Esses exames a admissão ao Colégio Militar deveriam se equacionar ao programa do Ministério da Educação com provas ao nível primário.











Por: Ernani Serra
Pensamento: A vida é um grande contrato de risco, tem curvas imprevisíveis e acidentes inevitáveis.
Augusto Cury