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23 de mar de 2011

Falência na Saúde Pública


Há muitos anos que o Sistema Único de Saúde (SUS) não está fazendo a distribuição gratuita dos remédios aos pacientes carentes nos hospitais públicos.

Enquanto os brasileiros não têm remédios para se tratarem, o Governo Federal envia toneladas de remédios para amenizar o sofrimento das pessoas que sofreram com as catástrofes naturais em seus países. É uma maneira de aparecer e fazer política social nos meios internacionais às custa da miséria do povo brasileiro. Ficou comprovado que remédios existem s ó que, o governo não quer distribuir com os brasileiros doentes e carentes.

Os hospitais estão operando de maneira precária e desumana. O serviço de saúde do Brasil está andando de muletas.

Construíram há menos de dois anos as Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e dois hospitais modernos, bem equipados e com um serviço de atendimento exemplar. Dois hospitais nessas condições de qualidade não são suficientes para atender toda população de uma Capital ou de um Estado, e assim mesmo, os doentes só são atendidos nesses hospitais quando a UPA faz o encaminhamento, uma triagem dos pacientes que devem ser internados.

O governo deveria modernizar e equipar, todos os hospitais antigos que estão em péssimo estado de atendimento médico-hospitalar e estrutura arquitetônica; e admitir um quadro de pessoal que atenda os pacientes com competência profissional.

Já as farmácias LAFEPE do governo não são tão maravilhosas quanto parece. Apesar de o Estado ter uma indústria farmacêutica que abastece essas farmácias que nunca estão com os estoques completos, sempre faltando alguns remédios básicos e indispensáveis para o consumidor. O que acontece com o LAFEPE é o mesmo, com todas as empresas estatais, não funcionam de propósito, só para beneficiar o setor privado farmacêutico internacional.

Os políticos são pressionados pelas multinacionais das indústrias farmacêuticas e a indústria nacional fica sempre marcando passo e nunca se expande.













Por: Ernani Serra
Pensamento: Muitos homens querem ser ricos, muitos ricos querem ser reis e muitos reis querem ser deuses, mas o único homem que foi chamado de filho de Deus quis ser homem.
Augusto Cury