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7 de abr de 2011

Desmatamento 2


As principais causas de desmatamento no mundo vêm do valor da madeira e da necessidade de liberar o terreno para atividades agrícolas e de pecuária. A expansão dos centros urbanos, a construção de estradas e de barragens de hidrelétricas e a mineração ocupam áreas florestas. Séculos atrás, os países desenvolvidos devastaram grandes partes de suas florestas temperadas. Atualmente, o grosso do desmatamento ocorre em nações em desenvolvimento, como Brasil e Indonésia. Além de extinguir espécies vegetais e animais, o desmatamento amplia o aquecimento global, provoca desertificação e diminui os mananciais de água.

A queimada, técnica antiga de limpeza e preparo da terra para o plantio, é bastante nociva, consumindo nutrientes do solo e empobrecendo-o. A fumaça liberada causa danos à saúde e contribui para o efeito estufa.

Alterações climáticas graves são provocadas pela derrubada das florestas. Os efeitos imediatos são as elevações da temperatura e a impossibilidade de a superfície devastada reter a energia do sol e gerar fluxos ascendentes de ar. Assim, as nuvens não se formam e há menos chuvas, o que prejudica a agricultura e ameaça a vegetação restante.

O Brasil com seus 5,5 milhões de quilômetros quadrados de mata, é o país com maior cobertura florestal remanescente no mundo. Mas perde atualmente mais de 10 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa por causa da derrubada de árvores e de queimadas. Cálculos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), baseados em levantamentos por satélite, indicam que a Amazônia perdeu, até 2007, cerca de 700 mil quilômetros quadrados de floresta, o equivalente a 18% da região. A marcha da derrubada da mata demarca uma região conhecida como Arco do Desmatamento, uma faixa contínua de 3 quilômetros de extensão, com até 600 quilômetros de largura, que se inicia no Maranhão e no Tocantins, estende-se do nordeste do Pará ao leste do Acre e atravessa Mato Grosso e Rondônia. Nos dois últimos estados, a principal causa é o crescimento da fronteira agrícola. No Pará, a floresta vem sendo derrubada em razão da exploração de madeira. (Fonte: Da revista Almanaque Abril – 2009).

Comentário: Só tem um jeito para parar com essa derrubada de árvores nativas, as organizações mundiais que defendem o meio ambiente junto com as autoridades internacionais como: ONU, UICN, FAO, PNUMA... e todos os países das potências do mundo fizessem um boicote a todas as madeiras do Brasil impedindo as importações para os países usuários. Sem exportação dessa matéria prima não haveria desmatamento nas florestas brasileiras e a humanidade só tinha a ganhar.

Como a floresta do Amazonas é o pulmão do mundo, e é remanescente neste planeta, e agora se encontra em grande perigo de extinção pela insensatez das autoridades e dos produtores rurais que não têm a mínima noção da responsabilidade das invasões de terras e destruição das árvores florestais, essa mesma floresta, deveria ser considerado Patrimônio da Humanidade, intocável, e deixa-la sob a responsabilidade, cuidados e proteção das Forças Armadas do Brasil e das Forças da ONU, para patrulharem e impedir: as queimadas, as derrubadas de árvores, as criações de gados, cultivo da agricultura de exportação, a caça e pesca predatórios, o contrabando da fauna e flora silvestre e obrigar o governo federal e estadual a reflorestar todas as áreas que foram devastadas pela ambição humana com árvores que se encontra em fase de extinção.

Só assim, poderemos preservar a fauna e flora da floresta Amazônica e toda Região Norte do Brasil e suas riquezas naturais, o Brasil poderia explorar e ganhar milhões de Dólares com a indústria sem chaminés, ou seja, a indústria do turismo, sem precisar de destruir a floresta.

Será que as autoridades do mundo não têm força para impedir essa destruição ambiental? O Amazonas não é só da responsabilidade do Brasil agora é de toda a humanidade, sem essa floresta, o mundo corre um grande perigo.










Por:  Ernani Serra
Pensamento: Em respeito à sua magnitude, que a vontade maior se manifeste em nós.
(2012 – A ERA DE OURO)