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18 de mai de 2011

Educação Zero


Já não basta tanta falta de instrução e educação nos educandários que já não educam mais, principalmente os “educandários” municipais e estaduais, salvo aqueles que estão situados em áreas de habitações de classe média, esses sim, ensinam melhores do que os que estão em áreas de habitações de classe pobre, esses alunos não aprendem nada e nem os professores ensinam adequadamente como deveriam.

Para piorar a situação do ensino no Brasil, o Ministério da Educação (MEC), aprovou e criou livros didáticos da autora Professora Heloísa Ramos que admitem o ensino da língua portuguesa com erros de gramática. Se o ensino no Brasil é tão ruim, com esse novo livro didático vai ficar pior. A maioria dos alunos das escolas governamentais de ensino Fundamental II e Médio não sabe escrever corretamente e a cada dez palavras numa frase erram cinco ou mais palavras. No ensino superior os advogados em sua maioria não conseguem passar pelo exame da OAB e os que passam não conseguem passar nos exames para Juizes, entre mil candidatos não passam cem. Houve uma reportagem em que, um engenheiro e um advogado não foram admitidos numa empresa por não saberem escrever.

Isso mostra como exemplo, a situação em que se encontra o ensino no Brasil. E com esse incentivo de falar e escrever as palavras erradas vai aumentar o número de analfabetos diplomados. O que será o Brasil do futuro? Esses alunos que caírem nessa armadilha educacional nunca será nada na vida, porque não se importarão em melhorar o seu vocabulário oral e escrito, por ter a aceitação dos mestres que ficaram coniventes com essa aberração literária. Se esses alunos não se interessarem pelo vocabulário erudito, e se acomodarem no ensino errado ou popular vão ter problemas no futuro com os Vestibulares e os exames de admissões nas empresas de trabalho que vão exigir um português correto, o erudito.

No Brasil só aparecem coisas para passar os brasileiros para trás.

Esse livro intitulado “Por uma Vida Melhor” da professora Heloísa Ramos, aposentada e presta serviços de consultoria e escreve para uma coluna na Revista Nova Escola, foi distribuído a 484.195 estudantes jovens e adultos de 4.236 escolas pelo Programa Nacional do Livro Didático do MEC que defende o uso da linguagem popular e admite erros gramaticais grosseiros de concordâncias como: nós pega na mão; os livro mais interessante estão emprestado; é meu; e outras barbaridades que assassina a língua falada e escrita do idioma português.

A autora do livro afirma que discorda de que seja preciso modificar qualquer trecho. Ela argumenta que a frase discutida em seu livro trata de linguagem oral e não escrita e que, a norma popular da língua é diferente da norma culta.

Isso não é verdade, quem fala errado escreve mais errado ainda, isto é claro e evidente. Esse livro didático deveria se chamar “Burrologia Lingüística da Nova Língua Portuguesa”.











Por: Ernani Serra
Pensamento: Tudo aquilo em que acredita o aprisiona.
Tim Lery