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29 de mai de 2011

Tartarugas Marinhas ( Projeto Tamar )


As tartarugas marinhas existem há mais de 150 milhões de anos e conseguiram sobreviver a todas as mudanças do planeta, mas a sua origem foi na terra e, na sua aventura para o mar, evoluíram, diferenciando-se de outros répteis.

Existem sete espécies de tartarugas marinhas no mundo, agrupadas em duas famílias: a das Dermochelydae e a das Chelonidae. Dessas, cinco são encontradas no Brasil, Cabeçuda, Verde, Oliva e de Couro.

As tartarugas marinhas são répteis e, como tal, possuem pele seca, coberta de placas, respiram por pulmões e a temperatura do corpo é regulada pela temperatura ambiente. Pertencem à mesma ordem das tartarugas de água doce e de terra, como o cágado e o jabuti, mas são muito maiores, podendo atingir até 900 quilos. Mas, ao invés de patas, têm nadadeiras e vive todo o tempo no mar. Somente as fêmeas saem da água, por um curto período de tempo, para a desova. Na terra são lentas e se tornam vulneráveis, mas no mar se deslocam com rapidez e agilidade.

O corpo das tartarugas marinhas é recoberto por um casco, formado por placas córneas e ósseas, cuja função é protegê-las dos predadores e aumentar a hidrodinâmica, facilitando o deslocamento na água. Embora tenham pulmão, podem permanecer algumas horas embaixo d’água, prendendo a respiração. Para isso, o organismo funciona lentamente, o coração bate devagar, num fenômeno chamado bradicardia, em que o fornecimento de oxigênio é auxiliado por um tipo de respiração acessória, feita pela faringe e cloaca, que retira oxigênio da água.

O projeto TAMAR é um projeto conservacionista brasileiro, dedicado à preservação de espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção.

O nome TAMAR é uma contração das palavras, tartaruga e marinha, necessária, no início da década de 1980. Esse Projeto faz a identificação desses espécimes através de pequenas placas de metal para estudos de biometria, monitoramento das rotas migratórias e outros. Desde então, o nome passou a designar o Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, executado pelo ICMBio, através do Centro Nacional de Conservação e Manejo de Tartarugas Marinhas, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão governamental, e pela Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisas das Tartarugas Marinhas (Fundação Pró-TAMAR), instituição não governamental, de utilidade pública federal. Essa união demonstra a natureza institucional híbrida do projeto, que conta, adicionalmente, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais, além de outras organizações não governamentais. Fontes diversas nos sites.












Por: Ernani Serra
Pensamento: Uma casa sem felicidade é como uma colméia sem mel.
Elaine Moreno Ibanez