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7 de jun de 2011

Brasil sem Fronteiras


As autoridades alegam a impossibilidade de vigilância nas fronteiras por causa da grande Extensão Territorial, o que não é verdade, o que falta é vontade de combater o crime organizado e muitas autoridades estão recebendo propinas para não haver fiscalização nas fronteiras.

A lancha da Receita Federal está atracada no cais do porto por estar avariada e ninguém conserta. A Receita Federal deveria ter no mínimo meia dúzia de lanchas para fiscalizar os rios do Amazonas e periferias.

O Brasil está com um avião de reconhecimento não tripulado há meses e não sai do chão para fiscalizar as fronteiras.


Nunca mais se falou nos radares e aviões de caça da Aeronáutica que patrulhavam as fronteiras do Brasil.

Infelizmente, o Brasil está sem fronteiras, ninguém fiscaliza; verdadeira casa de mãe Juana, os bandidos saem e entram de dia e de noite sem serem molestados e a nação é que paga esse prejuízo.

Os Postos de Fiscalização de Fronteiras estão quase desativados por falta de pessoal e tornando mais difícil a fiscalização, por incrível que pareça, é assim que as autoridades querem; um corredor livre para o contrabando em geral.

Se houvesse interesse das autoridades em fiscalizar as fronteiras, deveria aumentar o efetivo da Polícia Federal, da Receita Federal e um apoio tático estratégico das Forças Armadas aumentando postos de fiscalização e construindo portos fluviais da Marinha de Guerra, aeroportos para aviões de caça e helicópteros da Aeronáutica, criando novos Batalhões de Combates do Exército, Batalhões de Fuzileiros Navais tudo isso eliminaria a invasão nas fronteiras.

O Brasil possui 23.086 km de fronteiras, sendo 7.367 km marítimos e 15.719 km terrestres.

A Polícia Federal é a responsável pela vigilância das fronteiras brasileiras. Ao longo de toda a fronteira há apenas 23 postos oficiais de fiscalização da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério da Saúde. Esses poucos postos estão quase desativados por falta de pessoal.

Entre os muitos problemas que as falhas na vigilância fronteiriça trazem ao Brasil estão os estrangeiros clandestinos no país, a entrada de drogas e armas e a evasão de divisas e riquezas nacionais. A falta de maior controle dos rios e do espaço aéreo da Amazônia possibilita que embarcações e aeronaves ilegais trafiquem drogas, armas e até animais silvestres. Esse tráfego de contrabandos abrange todos os países sulamericanos que fazem fronteiras com o Brasil.

As quadrilhas agem à luz do dia na Ponte da Amizade. Os contrabandistas levam caixas que são arremessadas do alto da ponte. O bando ainda faz ameaças aos fiscais da Receita Federal.

Depois de intensificar as operações de fiscalização na Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), a Receita Federal apreendeu nada menos que R$436,4 milhões em produtos de contrabando ou piratas em 2010, em 2.223 ações. Os agentes alfandegários confiscaram milhares de veículos, inclusive modelos de luxo usados por golpistas para tentar não despertar suspeitas ao longo da Ponte da Amizade.

Quando a fiscalização de fronteiras apreende um contrabando com algumas toneladas já passaram mais de vinte e o Brasil está sempre bem abastecido, é uma fiscalização de faz de conta ou para enganar o povo que está havendo fiscalização, ou para apresentar serviço às autoridades.











Por: Ernani Serra
Pensamento: Quem acredita no amor semeia felicidade, pois, os caminhos infinitos do amor, conduzem a paz e libertam os homens.
Elaine Moreno Ibanez