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9 de jun de 2011

Crianças enterradas vivas


Algumas tribos brasileiras têm esse costume supersticioso de enterrar crianças vivas por nascerem com qualquer problema físico, são sentenciadas á morte pelos pajés (feiticeiros) de algumas tribos brasileiras.

Todos esses assassinatos de crianças vêm sendo cometidos bem debaixo do nariz do governo brasileiro e de antropólogos, que protegem essa prática sob o manto sagrado da “cultura indígena” – que não difere absolutamente em nada da cultura NAZISTA.

Missionários do JOCUM que resgataram algumas dessas crianças sentenciadas à morte têm sido ameaçados, porque tiveram a “ousadia” de tirar essas crianças da esfera dos pajés, livrando-as literalmente da morte.

Contudo, o governo Lula, que deu asilo a um comunista assassino italiano, não tem disposição nenhuma de dar abrigo e proteção para essas crianças. Pelo contrário, o governo exige que elas sejam devolvidas às suas tribos, onde enfrentarão inescapáveis sentenças “culturais”.

Conheci pessoalmente um casal da JOCUM que adotou Hakani, uma menina indígena que havia sido condenada à morte. Ela vive hoje em Brasília, com esse casal. Se for devolvida à tribo, ela será assassinada.


A situação trágica dessas crianças vem sendo revelada ao mundo inteiro, que grita: “O que o governo brasileiro está fazendo para acabar com a matança de inocentes crianças?”.

Centenas de crianças indígenas, rejeitadas por suas tribos, são enterradas vivas no Brasil todos os anos. Essa é uma prática antiga, encontrada ainda em mais de 20 povos indígenas diferentes. Muitas dessas crianças são recém-nascidas. Outras são mortas aos 3, 5, e até 11 anos de idade. Centenas delas são condenadas à morte por serem portadoras de deficiências físicas ou mentais, ou por serem gêmeas, ou filhas de mãe solteira. Muitas outras são envenenadas ou abandonadas na floresta porque os índios, por influência de tradições indígenas envolvendo bruxaria, acreditam que tais crianças trazem má sorte para a tribo.

INDIFERENÇA DO GOVERNO BRASILEIRO

A agência governamental responsável pela supervisão do bem-estar dos índios é a FUNAI, que há décadas conhece bem esse problema, mas prefere permanecer confortavelmente na postura da omissão, com a desculpa de não interferir nos costumes indígenas.

EVANGÉLICOS SÃO USADOS COMO BODES-EXPIATÓRIOS.

Não só essas matanças são crimes, mas também a própria omissão da FUNAI. Contudo, em vez de reconhecer os próprios erros, indivíduos ligados a FUNAI agora se levantam exigindo que o governo Lula tome as providências contra os evangélicos que tomaram a iniciativa de lançar uma campanha internacional com a produção do filme “Hakani”.

O líder indígena Eli Ticuna do Amazonas, relata; “Como indígena, conheço muito bem a dor que essas famílias enfrentam quando são forçadas pela tradição a sacrificar suas crianças. Mas conheço também mulheres indígenas corajosas que enfrentam a tradição e literalmente desenterram crianças que estavam condenadas à morte. Essas mulheres, mesmo sem nunca terem estudado direitos humanos, sabem que o direito à vida é muito mais importante que o direito à morte para preservação de uma tradição”.

Eli Ticuna conta que, mesmo sem nenhuma ajuda e sensibilidade das agências governamentais, ele próprio tomou a atitude de agir: “Por causa do sofrimento do meu povo indígena, e da coragem dos meus parentes que se opõem ao infanticídio, eu me dispus a trabalhar na elaboração de um projeto de lei. O primeiro esboço saiu da minha cabeça.

“Numa segunda fase, contei com o apoio de uma equipe de especialistas e de um deputado federal sensibilizado pela causa”.

Eli Ticuna chama a todos a se envolverem na aprovação de um projeto de lei para proteger as crianças índias. Eu como indígena e defensor dos direitos fundamentais, conclamo a sociedade brasileira, índios e não-índios, a participar da Campanha Lei Muwaji. A primeira coisa que eu peço é que você assista o documentário Hakani. É a história real de uma menina suruwaha que foi enterrada viva, mas foi resgatada por seu irmão de nove anos. Você vai se comover com a luta desse menino para salvar a vida de sua irmãzinha.

Ajude-nos a pressionar o governo para que a Lei Muwaji seja votada com urgência.

Faz exatamente um ano que o projeto de lei está parado na Comissão de Direitos Humanos. Isso mostra o total desinteresse do Congresso Nacional do Brasil na causa indígena. Temos menos de um mês para fazer com que a comissão vote o projeto, senão ele vai cair no esquecimento. Nós precisamos de sua ajuda. Copiado de Site na Internet.

Comentário: Nós brasileiros brancos estamos no processo político de marginalização igual ao dos Guaranis Kaiowá do Mato Grosso do Sul, através da estratégia de não educar, não dar assistência à saúde pública e não proteger a sociedade da marginalidade.

No futuro vamos todos sermos enterrados vivos dentro da sociedade discriminatória de maneira lenta e gradativa em prol das multinacionais e da invasão dos estrangeiros dentro do setor político, econômico e social, e marginalizando a mão de obra dos brasileiros sem competência profissional, tudo bem elaborado para o golpe final. Fora os brasileiros e bem-vindos os alienígenas.










Por: Ernani Serra
Pensamento: A sabedoria deixa de ser sabedoria quando se torna demasiadamente orgulhosa para chorar, demasiadamente grave para rir e demasiadamente egoísta para procurar os outros.
Elaine Moreno Ibanez