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3 de jun de 2011

Dove e Nestlé


DOVE: Removedor de Florestas

A ”mais nova embalagem” do DOVE feita pelo Greenpeace: “Removedor de Florestas”. Ela desmascara a faceta ecologicamente correta que a empresa veicula publicamente, ao revelar a forma a partir da qual são feitos os produtos da marca: com a destruição de florestas para retirar óleo de palmeira. O desmatamento desloca populações, muda o microclima, deixa espécies em extinção e contribui para o agravamento do aquecimento global.

O Greenpeace lançou o relatório Queimando Borneo, expondo os impactos negativos da produção de dendê para as florestas da Indonésia e para os orangotangos que vivem na região. De acordo com o relatório, a Unilever, a empresa por trás de algumas das marcas mais conhecidas do mundo, como a Dove, contribui com o panorama de destruição, já que compra dendê – matéria-prima do sabonete Dove – de fornecedores que destroem as florestas alagadas de turfa para cultivar a palmácea. Esses ecossistemas não são importantes apenas para os orangotangos e outras espécies ameaçadas, mas também, para a estabilidade do clima, pois estocam grandes quantidades de carbono.

A devastação das florestas na Indonésia está acontecendo em ritmo muito maior do que em qualquer outro lugar do mundo, tornando o país o terceiro maior emissor de gases do efeito estufa do planeta. Greenpeace pede moratória para conversão de florestas e de solos de turfa.


NESTLÉ: Removedor de Florestas

A Nestlé, além de financiar a derrubada em massa de mata na Indonésia e empurra orangotangos para o abismo da extinção, a Nestlé está contribuindo para agravar o aquecimento global. Florestas ajudam a regular o clima e acabar com o desmatamento, uma das maneiras mais rápidas de reduzir as emissões de Co² na atmosfera. Foi por isso que escritórios da Nestlé na Inglaterra, Holanda e Alemanha acabou sendo palco de protestos por ativistas do Greenpeace, pedindo para que a empresa deixe de utilizar óleo de palma proveniente da destruição de área antes ocupada por florestas na Indonésia. Nos últimos três anos, a utilização anual do óleo quase duplicou, alcançando a marca de 320.000 toneladas que entram em uma enorme gama de produtos, incluindo o chocolate mega popular KitKat, que não é vendido no Brasil. Toda vez que você der uma mordida em um KitKat, você pode estar dando uma mordida nas florestas tropicais da Indonésia que são fundamentais para a sobrevivência dos orangotangos. Fonte de pesquisa na Internet.



Comentário: A Nestlé e a Dove em vez de destruir as florestas asiáticas, porque não faz um reflorestamento dessas palmáceas em áreas devastadas para o consumo e uso de seus produtos, isso seria, mais ecologicamente sustentável e racional.

Não sei onde vamos parar com tanta destruição das florestas mundiais, o homem está agindo como um cupim que está devorando as árvores e quando não tiver mais árvores vão morrer de fome. Desmatar é fácil, difícil é reflorestar essas áreas destruídas. São árvores que levam anos para se tornarem majestosas e imponentes, e lá vem o homem com sua sede de destruição, e põem tudo por terra.











Por: Ernani Serra
Pensamento: O amor pode realizar milagres, é um remédio tão eficaz, como a natureza jamais conheceu.
Elaine Moreno Ibanez.