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14 de nov de 2011

Divisão do Estado do Pará


Localizado na Região Norte, o Estado do Pará, com extensão territorial de 1.247.950,003 km², é a segunda maior unidade federativa do Brasil, atrás somente do Amazonas.

Pela primeira vez, o Brasil vai fazer uma consulta popular para decidir sobre a divisão de um Estado. O plebiscito ocorrerá em 11 de dezembro para saber se o Pará vai ser dividido em três, criando os Estados de Tapajós e Carajás.

Com a divisão, o Pará teria seu território reduzido da seguinte forma: o Tapajós ocuparia 58% do atual Pará, somando 27 municípios e tendo Santarém como capital; e Carajás ficaria com 25% do território, 39 municípios e teria como capital a cidade de Marabá. Ao Pará, restariam apenas 17% do território e Belém permaneceria como Capital. Fonte: Sites da Internet.

Comentário:
Todo esse interesse por esta divisão está na partilha de verbas que irão beneficiar políticos, construtoras com obras superfaturadas e a riqueza do solo e subsolo do território do Pará que ninguém fala. Por quê?

Em 2012 uma mineradora do Canadá vai explorar as toneladas de ouro que ainda existem no subsolo da Serra Pelada em convênio com cooperativa dos ex-garimpeiros que usarão máquinas poderosas para extrair o ouro o mais depressa possível e deixar a Serra Pelada, pelada, sem um grama do metal precioso. Como está acontecendo com o ferro bruto que estão levando o mais rápido possível através de ferrovias modernas e com duas máquinas poderosas para arrastar os vagões abarrotados de ferro que levam até ao porto que esvaziam o mais breve possível com muita eficiência. Enquanto isso a mina de ferro vai se acabar em breve, ficando somente a destruição.

Por acaso o Estado do Pará está se beneficiando com essa destruição ambiental e se está, cadê o dinheiro que não está sendo investido no bem-estar do povo paraense.

O problema é moral e de honestidade que é coisa rara na sociedade. Não adianta dividir o território se não muda a mentalidade dos corruptos.

Porque o povo não exige dos governantes uma postura nacionalista em relação as nossas riquezas que são solapadas pelos trustes internacionais e deixam o povo em sua digna miséria social, econômica e financeira.

O povo brasileiro anda pelas cabeças dos outros como piolhos, não tem consciência da realidade e acham que os políticos estão certos. Os políticos não são anfitriões do povo e sim, deles mesmos. Os políticos manipulam os alienados eleitores que votam nos seus interesses particulares.

Se houvesse boa gestão, o Pará seria outro. O povo paraense morre na miséria em cima de minas de ouro, muitos outros metais preciosos e pedras preciosas estão sob os seus pés, não são ricos porque há subversivos e corruptos entregando as nossas riquezas para globalização do primeiro mundo.













Por: Ernani Serra
Pensamento: Aquele que não prevê as coisas longínquas expõe-se a desgraças próximas.
Confúcio