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20 de dez de 2011

Cazaquistão

O Cazaquistão tem sido habitado desde a Idade da Pedra: o clima e o terreno da região são apropriados para povos nômades que praticam o pastoreio.

Historiadores acreditam que os humanos domesticaram o cavalo pela primeira vez nas vastas estepes da região.

Em meio à onda de repúblicas soviéticas que procuravam por maior autonomia, o Cazaquistão declarou sua soberania como república dentro da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas em outubro de 1990.

O Cazaquistão declarou sua independência em 16 de dezembro de 2001.

O Cazaquistão se aproximou mais do modelo de uma economia de mercado, e vem experimentando um significante crescimento econômico desde 2000 devido as suas grandes reserva de petróleo, gás natural e outros recursos. Fonte: sites da internet.

O Correio do Brasil, em 19 de dezembro de 2011, informa os graves protestos na região produtora de petróleo de Mangistau, no Cazaquistão, sem precedentes na história do país da Ásia Central, atingindo no domingo a capital regional, onde centenas de manifestantes enfrentaram as tropas reforçadas da polícia.

O presidente Nursultan Nazarbayev declarou estado de emergência por 20 dias no sábado, na cidade de Zhanaozen, na mesma região, depois de pelo menos 11 mortos, com a violência da sexta-feira.

Protestos públicos são raros no Cazaquistão, a maior economia da Ásia Central e maior produtor de petróleo da região, onde Nazarbayev, de 71 anos, garantiu mais de 120 bilhões de dólares em investimentos estrangeiros durante mais de duas décadas no poder, embora tenha pouca tolerância com dissidentes e prioriza a estabilidade em detrimento de liberdades democráticas.

Na manhã de domingo, cerca de 500 manifestantes se reuniram perto da praça principal de Aktau, uma cidade de 160 mil pessoas no Mar Cáspio, a cerca de 2.600 km da capital Astana.

Comentário:
É de ficar com a pulga na orelha (desconfiado) com essa onda em série (parecendo até um Tsunami) de governos sendo derrubados pelos seus próprios governados (povo, habitantes) em países ricos em petróleo.

Caíram quatro países no Oriente Médio, todos, produtores de petróleo, o que está resistindo ainda é a Síria, e o Iran também está na mira para ser derrubado no futuro, talvez seja o ultimo dessa região.

Agora vem o Cazaquistão com uma revolta interna com o intuito de derrubar o governo e conquistar as suas riquezas, principalmente a petrolífera. Se o Cazaquistão cair, a Rússia cairá também no futuro, pela estratégia da localização do Cazaquistão bem no centro da Rússia.

Reparem que só está havendo revolta popular em países ricos em petróleo e que, não era democráticos, isso é apenas uma desculpa para a revolução do povo, que deve estar sendo manipulado por interesses ocultos de outros países do primeiro mundo, que desejam o monopólio mundial, principalmente daqueles que não se renderam a sua globalização econômica, financeira e política.

Estão usando e sacrificando o povo desses países, com revoltas internas, pela força que a população tem em derrubar os governantes e ainda receberem o apoio internacional da ONU, quando é reprimido pela força militar governamental.

O povo é a maior arma que se tem no momento, derruba até nações nucleares. O povo é como uma bomba que explode de dentro para fora, e custa muito menos aos cofres dos interessados pela queda dos governantes desses países petrolíferos. Conseguem o que querem e não são rotulados de invasores.

O país que dominar o Cazaquistão dominará todos os países fronteiriços e será o senhor da Ásia Central.


 








Por: Ernani Serra
Pensamento: O fraco rei faz fraca a forte gente.
Luís de Camões