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18 de dez de 2011

Tihany


Antigamente os grandes circos tinham até três picadeiros, tinham espetáculos com animais ferozes, palhaços, número de magia, equilibristas, trapézios, coristas etc.

Por falta de espaços nos centros urbanos, os circos foram diminuindo de tamanho se adaptando a explosão habitacional.

Graças a Deus, hoje, a maioria dos circos não utiliza mais o espetáculo com animais, graças as lutas de ONGs e outros órgãos que defendem os animais que estavam sendo torturados e maltratados pelos próprios tratadores, e em alguns Estados existem leis que proíbem esses espetáculos de animais em circos.

Tihany completou 50 anos de apresentações nacionais e internacionais, que ao longo dos anos abandonou os espetáculos com animais e se tornou um circo com espetáculos modernos e tecnológicos.

O Tihany tem um quarteto de jovens contorcionistas que dão um show a parte, cheio de beleza e exercícios arriscados, mas com muita delicadeza e suavidade.

O Tihany deveria se chamar circo teatro, porque não existem mais picadeiros e sim um palco teatral com espetáculos fantásticos de teatro de revista, e de um bom gosto fora do comum, suas jovens coristas são belas e se apresentam com vestimentas ricas e bonitas. Todo elenco se vestem muito bem e suas apresentações são fabulosas.

É um misto de teatro de revista com tudo que tem num circo.

O mágico usa a moderna magia do ilusionismo e deixa os espectadores boquiabertos, com magias impressionantes em cima daquele palco onde não há como iludir os espectadores em transformações, desaparecimentos e aparecimentos extraordinários, parecendo até um milagre real.

Hoje, o circo é um espetáculo moderno e com efeitos tecnológicos de som, luzes, imagens, só que, não é mais um circo popular é um circo de classe média onde os ingressos são caros para a maioria da população assalariada, mas vale à pena pagar esse ingresso, pois, o circo tem certo requinte de luxo, beleza e espetáculos fora de série, belíssimos e muito bons.














Por: Ernani Serra
Pensamento: Vivemos no mundo do irreal onde tudo o que vemos é somente uma sombra imperfeita de uma realidade mais perfeita.
Platão