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7 de jan de 2012

Energia Vril


Vril é a suposta energia ou magia a qual a Sociedade Thule ocultista ansiava alcançar. O mais notório membro desta seita teria sido Adolf Hitler.

A energia Vril era eminentemente telúrica, oferecendo capacidades aos seus seguidores; a capacidade de curar ou ferir pessoas, levantar objetos e por fim a elevação dos próprios para outra dimensão de nível superior.

Esta energia Vril era alcançada através da meditação, orgias sexuais, e até sacrifícios de crianças. Consideravam-se seres superiores capazes de feitos inimagináveis e tudo acontecia em subterrâneos. Quando os Nazistas se aperceberam deste suposto poder, apoderaram-se do conceito da seita e exuberaram com as suas práticas.

Eckhart tinha um poder hipnótico conhecido por alma negra, Co-fundador do partido Nazista facilmente chamou à si, Adolf Hitler.

Todas as altas patentes do partido nazista eram membros da Sociedade Vril. A Ariosofia servir-se-ia da energia Vril a qual os faria voar até o infinito e tornarem-se deuses, o que facilitaria ou garantiria o sucesso em alcançar o poder absoluto e metafísico para governar o mundo. Chegaram a medir os crânios dos Tibetanos, convencidos que eles eram os ancestrais dos Arianos. Fonte: Wikipédia.

Comentário:
Tudo isso não passam de loucuras alucinógenas.

Adolf Hitler foi um alucinado pelo poder que fazia qualquer coisa para se manter na posição de idolatra pelo povo, que o chamavam e acreditavam que era um deus.

Estando envolvido com oficiais de sua cúpula que eram fanáticos por ciências ocultas e satanismo, se deixou levar por esses fenômenos sobrenaturais e começou a delirar no seu alto comando de Führer, título adotado por Hitler na Alemanha para designar o chefe máximo do Terceiro Reich e do Partido Nazista.

Essa história de ETs (seres de outros planetas) e discos voadores (OVNIS) não passa de alucinações e crendices de fanáticos de seitas e sociedades secretas como o Vril. Se existissem ETs eles já tinham voltado, tudo não passa de lenda e fanatismo.

Os fenômenos da energia Vril é um estado natural em que a pessoa em estado de concentração vai adquirindo poderes sobrenaturais com a prática dos exercícios, só que, as vibrações emanadas pela cúpula de Hitler foram negativas e atraíram vibrações destruidoras como: a descoberta de foguetes, armas bélicas e início da descoberta da Bomba Atômica, que se tivessem construída, os Nazistas dominariam o mundo, mas graças a Deus não aconteceu.

Com a queda do império nazista todas as mentes diabólicas dos cientistas alemães se dividiram, uns foram para os EUA e outros para Rússia, para dar equilíbrio de poder bélico ao mundo. Se todos os cientistas alemães tivessem ido para um só país, então, esse país dominaria o mundo com a tecnologia bélica moderna, como Hitler queria fazer.

Como esses descobrimentos vieram de vibrações negativas do Cósmico então continuaram a sua missão de destruir o mundo.

Tanto é que os alemães cientistas do ocidente e do oriente começaram uma corrida armamentista entre as duas potências inimigas, EUA e União Soviética na Rússia.

Todo o pensamento de Hitler está se realizando após a sua morte através dessas nações: capitalista e comunista.

Hitler pensava que estava dominando o mundo na fantasia ilusionista do poder e expansão territorial, mas estava perdendo a guerra pelo enfraquecimento da Alemanha através dos seus tentáculos se afastando do núcleo.

Hitler foi à incorporação das vibrações diabólicas através dos seus pensamentos destrutivos, racistas e megalomaníacos.

O mundo atual está na mesma escola da de Hitler porque estão usando os seus pensamentos e armas de destruição em massa, portanto, o mundo caminha para a destruição global e os espíritos das trevas agradecem. Hitler é responsável por todo esse arsenal moderno e nuclear, Hitler continua vivo nas suas realizações por terceiros.

Hitler construiu o império satânico e esse império continua se expandindo de maneira globalizada.












Por: Ernani Serra
Pensamento: Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matarmos milhões de homens, celebram-nos como heróis.
Charles Chaplin