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20 de mar de 2012

Corrida Armamentista


Corrida armamentista é o processo pelo qual um país busca armar-se com o intuito de proteger-se de outro. Ao mesmo tempo, um país sente-se ameaçado pelo aumento do poder militar do outro, investindo em seu aparato de defesa.

Com isso, surge um círculo vicioso, no qual ambos os países se armam em decorrência da desconfiança mútua.

Quando um país fabrica armas, em meio a tempos de guerra, para vender e para uso próprio, porém não precisa investir necessariamente em armas, um exemplo é a corrida armamentista da guerra fria, na qual, dois ou mais países disputam poder tanto em armas quanto em tecnologia diversificada para a guerra.

A guerra fria é chamada assim, porque não houve uma guerra direta, ou seja, bélica, “quente”, entre as duas superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela construção de um grande arsenal de armas nucleares.

Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano estratégico militar, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um confronto nuclear, as duas superpotências passaram a disputar o poder de influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Fonte: Wikipédia.

Comentário:
Muitos pensam que já acabou com a corrida armamentista, ao contrário, está cada vez mais atuante e tecnologicamente sofisticada, o arsenal militar.

Não temos mais a rivalidade entre os EUA e a URSS, como era antigamente, hoje já não existe mais a URSS; mas temos o Irã e a Coreia do Norte que é o inimigo dos EUA por estarem processando materiais radioativos para fins pacíficos e também por terem ideologias diferentes do capitalismo e do semitismo, mas que, esse processo de enriquecimento do Urânio, está a um passo para a fabricação da Bomba Atômica.

Sem falar na China e à Rússia que não ficam atrás dessa corrida em busca da hegemonia de armas tecnologicamente sofisticadas, com o intuito de se prepararem em suas defesas territoriais.

Não sei como puderam deixar dois países pobres como a Índia e o Paquistão terem acesso as armas nucleares, enquanto outros países maiores, não receberam o aval para entrarem na Era Atômica.

Tudo isso não passa de estratégia militar contra as superpotências (China e Rússia); a Índia e o Paquistão foram usados como pontes num cerco nuclear, estrategicamente eficiente e rápido.

Essa corrida armamentista não vai parar nunca enquanto não destruir essa Torre de Babel, só vai acabar quando todos se compreenderem e se confiarem mutuamente, e forem se desmilitarizando.

A corrida armamentista é como uma corrida em que o atleta ora está na frente e ora está sendo ultrapassado, é uma corrida maluca, que só vai levar o homem ao extermínio ou a uma paz duradoura, onde todos se neutralizam pelo medo da autodestruição.

Países com Usinas Nucleares é um perigo para o planeta Terra que vai se tornar uma bola radioativa e a própria radiação poderá causar o extermínio da humanidade. O lixo atômico é o maior problema no descarte, não existe método seguro para evitar a proliferação da radiação nuclear.

O homem está fadado a morrer pelas suas próprias mãos. O homem é um suicida em potencial.



 





Por: Ernani Serra
Pensamento: O homem pode ser livre à medida que o governo tenha limites; quando cresce o governo, diminui a liberdade.
Ronald Reagan