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3 de mai de 2012

Nacionalização Sulamericana


ARGENTINA

A Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, decidiu enviar uma proposta ao Congresso Nacional do país declarando de interesse público a exploração de petróleo e derivados.

O governo anunciou que o texto institui a expropriação das ações da empresa YPF, subsidiária da espanhola REPSOL no país. Ficou estabelecido que 51% das ações da companhia pertencerão ao Estado e os 49% restantes às províncias.

BOLÍVIA

Evo Morales segue exemplo da Argentina que nacionalizou a companhia de capital espanhola de eletricidade.

O Presidente da Bolívia anunciou que seu governo está concluindo a nacionalização do setor de eletricidade e assumindo o controle da principal rede de energia que pertencia a uma empresa espanhola.

Comentário:
Os países sulamericanos estão numa corrida à nacionalização das multinacionais para evitar o caos deficitário no orçamento desses países.

Acredito que todos os países da América do Sul venham tomar a mesma decisão para não cair na inadimplência como vem acontecendo na Europa.

Essa é a maneira correta para não ficar preso ao FMI e a rede bancária internacional.

O Brasil vai se arrepender no futuro de ter feito a privatização de suas riquezas as multinacionais e ficando a mercê dessas empresas, e consequentemente, penalizarem o povo com taxas altíssimas de juros para que o governo pudesse governar o país sem riquezas. A governabilidade do país está sendo feita através do sacrifício do povo.

Tomara que o país tome exemplo da Argentina e Bolívia e desaproprie e nacionalize todas as riquezas que estão nas mãos dos estrangeiros.

Provavelmente haverá um efeito cascata nos países da América do Sul, na corrida ao nacionalismo econômico e financeiro, só o Brasil é que vai ficar de fora e continuar a sangrar o povo brasileiro com juros e extorsões de agiotagem bancárias.











Por: Ernani Serra
Pensamento: De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos.
Confúcio