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7 de jun de 2012

Catalepsia - Vivos Mortos


Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam rígidos, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e a pessoa ficando o tempo todo consciente e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação. A catalepsia patológica ocorre em determinadas doenças nervosas como: debilidade mental, histeria, intoxicação e alcoolismo. No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica.

Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje, pois, já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.

O momento mais triste na vida de uma pessoa é quando morre um ente ou um amigo querido. O velório, o enterro, situações pela qual ninguém quer passar.

Casos de mortos vivos:

O chileno Feliberto Carrasco, 81 anos, assustou a família ao levantar do caixão. Pedindo um copo d’água.

O venezuelano Carlos Camejo, 33 anos, foi mais complicado. Camejo acordou com fortes dores e descobriu que estava no meio de uma necropsia, a dele mesmo. Após declarado morto depois de um acidente de carro.

Aconteceu um caso em Pelotas, sul do Rio Grande do Sul, uma senhora levantou do próprio caixão e se deparou com os familiares e amigos durante o velório. Essa mulher viveu mais duas décadas após a primeira morte.

Dudu, um cão chinês, teve de sair da própria cova após ser enterrado. Segundo os veterinários, o cão deve ter passado por um estado de choque quando foi atropelado, o que fez com que enrijecesse os músculos e enganasse a dona.

E como alguém pode ser dado como morto? Uma causa para alguns desses enganos é a catalepsia. O distúrbio impede o doente de se movimentar. O ataque cataléptico pode durar de minutos a dias e faz com quem vê ache que a pessoa possa estar morta. Várias podem ser as causas, tanto neurológicas quanto emocionais. Fonte: Site na Internet.

Comentário:
Antigamente houve casos de serem enterrados vivos e só descobriram quando foram desenterrar o corpo ou esqueleto, estava em outra posição. Deve ser uma morte muito agoniada, lenta e asfixiante.

Foi por isso que os enterros foram programados para enterrar o defunto depois das 24h00min e as pessoas começaram a usar o espelho no nariz do morto para ver se embaçava para constatar se estava vivo.

Essa doença deixa o doente respirando muito pouco ou imperceptível que leva a acreditar no seu óbito, foi por isso, que algumas famílias usaram o espelho no passado para se certificar do óbito.

Hoje, 07/06/2012, as 13:20, uma emissora de televisão apresentou uma reportagem sobre uma criança que tinha falecido, e quando estava no caixão se levantou e pediu um copo d’água, deixando todos da família aterrorizados, o pai levou de novo a criança que tinha ressuscitado para o mesmo hospital que tinha dado como morto e o médico voltou com a criança morta de novo.

O pai não deveria ter levado o filho ressuscitado para o hospital, pois ele estava vivo e livre da catalepsia, que os médicos não detectaram antes. É muito estranho que a criança tenha morrido de novo ao ser atendido pelos médicos daquele hospital do Nordeste, quando houve muitas testemunhas que viram o ressuscitamento da criança em sua casa.

Como essa doença é muito rara os médicos do interior não estão aptos e nem tem equipamentos para detectar essa doença de maneira científica, somente nos grandes centros é que os hospitais particulares é que têm esses equipamentos sofisticados, porque o SUS está totalmente falido e mal aparelhado ou com aparelhos velhos e quebrados.










Por: Ernani Serra
Pensamento: Falam que não há esperança para a juventude, a verdade é que não há esperança para o futuro.
Tupac Amaru Shakur