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30 de jun de 2012

O Martelo das Bruxas


O Martelo das Bruxas em latim Malleus Maleficarum, foi publicado em 1487.

Dividindo-se em três partes:

1ª – Ensinava os juízes a reconhecerem as bruxas.

2ª – Expunha todos os tipos de malefícios.

3ª – Regrava as formalidades para agir legalmente contra as bruxas.

O Martelo das Bruxas foi o tratado mais importante publicado no contexto da perseguição da bruxaria do Renascimento. Trata-se de um exaustivo manual sobre a caça às bruxas, publicado primeiramente na Alemanha em 1487 e se expandiu por toda Europa por cerca de 200 anos, que alcançou sua máxima expressão entre o início do século XVI e meados do século XVII.

O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, Heinrich Kraemer e James Sprenger. Os autores fundamentavam as premissas do livro com base na bula Summis Desiderantes, emitida pelo Papa Inocêncio VIII em 05 de dezembro de 1484, documento papal sobre a bruxaria, nela, Sprenger e Kraemer são nomeados (lacobus Institoris) para combater a bruxaria no norte da Alemanha, com poderes especiais.

A suposta aprovação da Faculdade de Teologia da Universidade de Colônia, na Alemanha, em 09 de maio de 1487, inserida no início do livro contribuiu para sua popularidade, dando-lhe a impressão de que havia recebido um respaldo oficial. O texto chegou a ser tão popular que vendeu mais cópias que qualquer outra obra, à exceção da Bíblia, até a publicação d’El Progreso del Peregrino, de John Bunyan, em 1678.

Kraemer foi condenado pela Inquisição em 1490, porém seu livro continuou sendo publicado, sendo usado também por protestantes em alguns de seus julgamentos contra as bruxas. Fonte: Wikipédia.

Comentário:

Esse inquisidor Kraemer foi o enviado e secretário do Demônio que lhe inspirou o texto da Bíblia do Diabo com o nome de Malleus Maleficarum (O Martelo das Bruxas).

Ao terminar o livro de caça as bruxas; mostrou no texto o quanto era diabólico as suas mensagens e pensamentos mórbidos, esse Kraemer era um maníaco psicótico que não gostava de mulheres, talvez tenha tido problemas na infância ou recalques amorosos, em última hipótese era gay e odiava o belo sexo.

Esse monstro recalcado manipulou com esse livro diabólico as mentes das massas sociais e política de vários Continentes naquela época e continuou durante longos anos o seu sadismo de perseguição, torturas e mortes na fogueira.

Milhares de almas inocentes e caluniadas foram sacrificadas naquela época de terrorismo por essa mente doentia e ligada às trevas.

Para essa mente diabólica o sexo era considerado um estímulo para as mulheres se tornarem feiticeiras.

Esse maldito Kraemer nunca provou dessa fruta (mulher) e também não gostava, era um fanático e de mente doentia pelo sadismo feminino.

Se existir inferno esse canalha deve estar nas profundezas do inferno pagando por todas as almas que ele perseguiu, torturou e colocou na fogueira.

A humanidade deve estar atenta e tomar cuidado com certos tipos de leituras que são, às vezes, uma lavagem cerebral de massas. O livro em vez de se tornar um amigo do leitor, se torna um inimigo, que conduz o leitor ao mau caminho e se torna um fantoche do autor.









Por: Ernani Serra
Pensamento: As religiões são boas quando não há fanatismo e nem fanáticos para infernizar as mentes humanas.
Ernani Serra