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11 de jun de 2012

Quando o medo é positivo ou negativo


Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte.

O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.

Tente essa técnica:

Suponha que você tem medo da água, de montanhas, de uma entrevista, do público ou de lugares fechados e de altura.

Se você tem medo de nadar, comece agora a sentar-se tranquilamente durante uns cinco a dez minutos, três a quatro vezes por dia, e imagine que está nadando. É uma experiência subjetiva. Mentalmente você está se projetando como se estivesse dentro d’água. Você sente a frieza da água e o movimento de seus braços e pernas. É tudo tão real e vivido, constituindo uma alegre atividade da mente. Não é um devaneio inútil, pois você sabe que está experimentando em sua imaginação o que depois se desenvolverá em sua mente consciente. Você será compelido a expressar a imagem da representação do quadro que imprimiu em sua mente mais profunda. Essa é a lei do subconsciente.

O ser humano nasceu apenas com dois medos: o medo de cair e o medo do barulho. Todos os outros medos são adquiridos. Livrem-se deles.

O medo normal é bom, o medo anormal é mau e destrutivo. Permitir constantemente os pensamentos de medo acarreta o medo anormal, obsessões e complexos. Temer alguma coisa persistentemente provoca um sentimento de pânico e terror. Você pode superar o medo anormal quando sabe que o poder do seu subconsciente pode mudar os condicionamentos e realizar os desejos acalentados por seu coração. Dedique sua atenção e devote-se, imediatamente, ao seu desejo, que é o oposto do seu medo. Este é o amor que expulsa o medo. Enfrente seus temores, traga-os à luz da razão. Aprenda a sorrir dos seus temores. Esse é o melhor remédio.

O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.

O medo é provocado pelas reações físicas sendo iniciado com descargas de adrenalina no nosso corpo causando aceleração cardíaca e tremores. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico, etc.

Medo é uma reação a partir do contato com algum estímulo físico ou mental (interpretação, imaginação, crença...) que gera uma resposta de alerta no organismo. Esta reação inicial dispara uma resposta fisiológica no organismo que libera hormônios do estresse (adrenalina, cortisol) preparando o indivíduo para lutar ou fugir.

A resposta anterior ao medo é conhecida por ansiedade. Na ansiedade o indivíduo teme antecipadamente o encontro com a situação ou objeto que lhe causa medo. Sendo assim, é possível se traçar uma escala de graus de medo, no qual, o máximo seria o pavor e, o mínimo, uma leve ansiedade.

O medo pode se transformar em uma doença (a fobia) quando passa a comprometer as relações sociais e a causar sofrimento psíquico. A técnica mais utilizada pelos psicólogos para tratar o medo se chama Dessensibilização Sistemática. Com ela se constrói uma escala de medo, da leve ansiedade até o pavor, e, progressivamente, o paciente vai sendo encorajado a enfrentar o medo. Ao fazer isso o paciente passa, gradativamente, por um processo de reestruturação cognitiva em que ocorre uma reaprendizagem, ou ressignificação, da reação que anteriormente gerava a resposta de alerta no organismo para uma reação mais equilibrada.

Do ponto de vista da psicologia evolutiva, medos diferentes podem na realidade ser diferentes adaptações que têm sido úteis no nosso passado evolutivo.

Alguns medos, como medo de alturas, parecem ser comuns a todos os mamíferos e desenvolveu-se durante o período Mesozóico.

O medo de serpentes pode ser comum a todos os símios e desenvolveu-se durante o período Cenozóico.

Medo de ratos e insetos pode ser único para os seres humanos e desenvolvidos durante o período Paleolítico e Neolítico, períodos de tempo em que os ratos e insetos tornam-se portadores de doenças infecciosas importantes e prejudiciais para as culturas e alimentos armazenados.

O medo é um mecanismo de aprendizagem, mas também evolutivo de sobrevivência da espécie e do indivíduo particularmente. Fonte: Sites da Internet.

Comentário:

O medo a dor e a febre são sintomas de efeitos que indicam um grau de perigo dentro do nosso organismo, desde que, tomemos as devidas precauções no início à procura das causas.

O nosso corpo é uma máquina complexa em seu funcionamento, principalmente o psicológico do subconsciente que atua de maneira sutil e imperceptível e quando o consciente toma ciência já está bem avançado e prejudicando o organismo.

Para combatermos o medo do subconsciente temos que fazer exercícios mentais de maneira inversa, ou seja, temos que exercitar positivamente o consciente através da criação de imagens positivas para combater as imagens negativas e atingir o subconsciente desfazendo o medo, e criando a coragem. Quando os exercícios não surtem efeitos de cura então é necessário recorrer à medicina ou a hipnose.

A hipnose é uma técnica de mudar o comportamento da mente através de estímulos orais do hipnotizador que conduz o paciente no tempo e espaço interior da mente, onde o subconsciente está ativo e o consciente está dormindo. É através de ordens e palavras que a subconsciente muda sua ação, (obedecendo ao hipnotizador), liberando assim, novos estímulos para a consciência quando o hipnotizado acorda.









Ernani Serra
Pensamento: Fico muito encantada com as transformações que ocorrem além das aparências. As internas, tão silenciosas quanto intensas. São como explosões que expandem nossa alma, sem que quase ninguém perceba.
Regina Volpato