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22 de ago de 2012

Clone da Ovelha Dolly



A palavra clone, klon, significa “broto” é utilizada para designar um conjunto de indivíduos que deram origem a outros por reprodução assexuada.

O termo clone foi criado em 1904, pelo botânico norteamericano Herbert J. Webber, segundo ele, o clone é basicamente um descendente de um conjunto de células, moléculas ou organismos geneticamente igual à de uma célula matriz.

A clonagem é o progresso nato ou artificial de produção de clones. O processo de clonagem natural ocorre em alguns seres, como as bactérias e outros organismos unicelulares que realizam sua reprodução pelo método da bipartição. Além disso, o tatu também produz um clone através da poliembrionia. No caso dos humanos, os clones naturais são os gêmeos univitelinos, ou seja, são seres que compartilham do mesmo material genético (DNA), sendo originado da divisão do óvulo fecundado.

No processo de clonagem artificial existem várias técnicas de clonagem. Uma delas permite clonar um animal a partir de óvulos não fecundados, sendo este processo conhecido desde o século XIX. Estes processos eram praticados pelos horticultores através de tecidos meristemáticos de uma planta matriz, que originava dezenas de novas plantas geneticamente idênticas ou iguais.

Isso é feito, cortando a cadeia genética e reagrupando as cadeias do ser, cujo ser, será feito o clone.

A ovelha Dolly (5 de julho de 1996 – 14 de fevereiro de 2003) viveu sete anos, foi o primeiro mamífero a ser clonado com sucesso a partir de uma célula adulta. Dolly foi criada por investigadores do Instituto Roslin, na Escócia, onde viveu toda a sua vida. Os créditos pela clonagem foram dados a Ian Wilmut, mas este admitiu, em 2006, que Keith Campbell seria na verdade o maior responsável pela clonagem.

O nome Dolly é uma referência aos seios da atriz Dolly Parton, pois Dolly foi clonada a partir das células da glândula mamária de uma ovelha adulta com cerca de seis anos, através de uma técnica conhecida como transferência somática de núcleo.

Apesar de suas origens, Dolly teve uma vida comum de ovelha e deu à luz dois filhotes, sendo cuidadosamente observada em todas as fases. Em 1999 foi divulgado na revista Nature que Dolly poderia tender a desenvolver formas de envelhecimento precoce, uma vez que os seus telômeros eram mais curtos que os das ovelhas normais. Esta questão iniciou uma acesa disputa na comunidade científica sobre a influência da clonagem nos processos de envelhecimento, que está ainda hoje por resolver.

Em 2002 foi anunciado que Dolly sofria de um tipo de artrite degenerativa, o que foi interpretado por alguns setores como sinal de envelhecimento, Dolly foi abatida em fevereiro de 2003 para evitar uma morte dolorosa por infecção pulmonar incurável. O seu corpo empalhado está exposto no Royal Museum, em Edimburgo, Escócia. Fonte: Wikipédia.

Comentário:

O erro da Ciência foi ter clonado Dolly de uma célula já envelhecida de seis anos de vida, com sete que a Dolly viveu então ela morreu biologicamente aos 13 anos, se tivessem clonado de uma ovelhinha recém-nascida, a Dolly teria mais chances de viver o ciclo natural sem nenhuma doença, dependendo do DNA da doadora.

A artrite nos seres vivos não quer dizer que está velho, os jovens podem ter essa doença que é uma infecção nas articulações e o remédio certo para a cura da artrite é a penicilina em dose alta, talvez a infecção passasse para os pulmões da ovelha por não ter curado a tempo, a artrite.

O que me espanta na Dolly foi à reprodução de duas ovelhas, pois, os animais que não se reproduzem através de células reprodutoras, ou gametas são híbridos estéreis, em muitos casos, como: Equus asinus (equinos e asnos) podem cruzar-se, mas produzem híbridos inférteis: os burros e as mulas; apesar de serem mamíferos, mas, o que os fazem diferentes são: células do asno (2n igual 31 pares, 62 cromossomos) e do cavalo (2n igual 32 pares, 64 cromossomos) o asno híbrido nasce com 63 cromossomos, este número ímpar é responsável pela esterilidade do burro ou da mula.

A Dolly foi uma exceção, que fugiu da regra da normalidade, além de não ter nascida de células reprodutoras foi clonada de célula mamária da mesma espécie e conseguiu reproduzir. A natureza é pródiga e misteriosa.

Os cientistas acham que a clonagem nos seres vivos, principalmente nos mamíferos, é uma criação deles, não é, e sim, uma manipulação genética onde já existem vidas. O homem jamais vai criar vidas, só quem cria vidas é Deus.

Por: Ernani Serra
Pensamento: Só Deus é o criador de tudo e de todos. A Ciência, apenas manipulam as vidas.
Ernani Serra