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27 de ago de 2012

Homenagem Póstuma a Armstrong



Neil Alden Armstrong nasceu em 5 de agosto de 1930 em Wapakoneta, no Estado americano de Ohio. Piloto Naval, Piloto de Testes e Tenente. Faleceu em Columbus, 25 de agosto de 2012 com 82 anos, foi astronauta, e piloto naval dos Estados Unidos. Ele foi um apaixonado pela aviação e deixou a universidade em 1950 para lutar na Guerra da Coreia. Na luta, participou de 78 combates aéreos. Após o conflito, começou a trabalhar como piloto de teste, levando a aeronave X-15 – um misto de avião e foguete – ao limite com o espaço. Foi um dos primeiros astronautas civis que participou do programa Gemini, da NASA.

Após o Apollo 11 e todas as honrarias que recebeu pelo feito de “ir à Lua”, Armstrong dificilmente apareceu em público. Ele deixou a NASA e foi para a Universidade de Cincinnati e depois trabalhou em empresas particulares. O homem reservado decepcionava muitos fãs ao frequentemente negar autógrafo e também aos jornalistas que pediam entrevistas. “Não quero ser um monumento vivo”.

Condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior condecoração civil do país, e a Medalha de Honra Espacial do Congresso, manteve uma vida discreta e longe dos olhos da opinião pública até sua morte.

Antes de se tornar astronauta Neil Armstrong entrou na Universidade de Purdue onde estudou engenharia aeroespacial e também foi aceito para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em Cambridge, em 1949 Armstrong foi aviador da Marinha, tendo combatido na Guerra da Coreia, recebeu a Medalha do Ar por 20 missões de combate e uma Medalha de Ouro pelos 20 subsequentes, e a Medalha de Serviço Coreano e Estrela de Noivado.

Em março de 1966, ele realizou seu primeiro voo ao espaço como comandante da Gemini VIII, em companhia do astronauta David Scott, que anos depois comandaria a Apollo 15 e também pousaria na Lua.

Neil escreveu seu nome na história do século XX e da humanidade ao ser o primeiro homem a pisar na Lua, como comandante da missão Apollo 11, em 20 de julho de 1969.

Sua frase épica: “Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade” ao pisar pela primeira vez na superfície lunar. Fonte: Wikipédia e Terra.

Comentário:

Durante a década de 1960, a União Soviética e os Estados Unidos disputaram a posição de líder mundial na exploração espacial.

A União Soviética tinha uma pequena vantagem inicial: em 1957, lançou o Sputnik, o primeiro satélite feito pelo homem. Em 1961, a URSS deu ao programa espacial norteamericano outro golpe quando o astronauta Yuri Gagarin se tornou o primeiro humano no espaço. Fonte: UOL.

Para não ficarem por baixo, os Estados Unidos deu um pulo gigantesco de pesquisa de satélite em torno da Terra, que estava perdendo para a tecnologia da URSS, para a conquista da Lua. Os EUA não queriam ficar por baixo das pesquisas da URSS. Apesar da URSS estarem na frente dos EUA não conseguiu acompanhar esse pulo extremo, e até hoje, a Rússia não foi a Lua e nem mandou nenhum satélite para pesquisas em outros planetas, por quê? Porque eles sabem que é impossível uma viagem intergaláctica.

Talvez, tudo não tenha passado de uma competição de marketing e de hegemonia espacial secreta norteamericana.

Como puderam passar pelo campo da magnetosfera da Terra? E pelos raios cósmicos? Que são partículas extremamente penetrantes, dotada de alta energia que se deslocam as velocidades próximas à da luz no espaço sideral. Não acredito que a NASA tenha mandado foguetes teleguiados para Marte e outros planetas de nosso sistema. Tudo isso, talvez não passe de desenhos animados, para conquistar dinheiro do governo norteamericano e propaganda política global.

Neil Armstrong sendo um homem de caráter se viu constrangido em afirmar esse voo lunar que não aconteceu, e por isso, não dava entrevistas, nem autógrafos e permanecia reservado.

Se o homem tivesse ido a Lua, os EUA não abortariam esse projeto, e continuaria com as pesquisas e vôos lunares até hoje, mas não, continuou com voos em torno da Terra. Esse voo a Lua foi um fiasco político de marketing. Tudo não passou de uma montagem num cenário em uma região desértica dos EUA, para eternizar o glamour norteamericano e a hegemonia mundial.

Por: Ernani Serra
Pensamento: Convém não facilitar com os bons, convém não provocar os puros. Há no ser humano, e ainda nos melhores, uma série de ferocidades adormecidas. O importante é não acordá-las.
Nelson Rodrigues