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7 de dez de 2012

Genóvia - País e Ilha Artificial


As primeiras conversas sobre a possibilidade de construção de uma ilha artificial para criação de um novo país ocorreram por volta de 1999, entre os integrantes da alta cúpula da Robson Suíça, grandes multinacionais e holding. O presidente da empresa, hoje Rei da Genóvia e o vice-presidente atual Premiê Genoviano, tinham a intenção de criar um lugar onde pudessem colocar em prática seus ideais de nação e patriotismo, elementos em baixa em seu país de origem.

Diversos estudos foram realizados para definição do local mais apropriado para construção de uma ilha artificial, dimensões do empreendimento, algoritmos econômicos de viabilidade e propostas de parcerias e joint-venture. Decididas as linhas gerais do projeto, a RS deu o pontapé no ano 2000 para que o sonho se tornasse realidade.

Foram contratadas várias empresas especializadas que formaram o Consórcio Construtor da Comunidade do Amanhã, capitaneadas pela RBF Arquitetura e Engenharia e pela Leal Design & Art.

No segundo semestre do ano 2000, começaram a todo vapor as obras de construção da ilha para abrigar a Genóvia. O Consórcio Construtor buscou nos Emirados Árabes Unidos e na Holanda, a mais avançada tecnologia em aterramento e criação de ilhas artificiais, num processo que retira rochas, sedimentos sólidos e terra do fundo do oceano e deposita no exato local para aterragem e terraplanagem, por meio de modernos e gigantes navios dragas, da empreiteira holandesa Van Oord. Em pouco mais de um ano, a silhueta da ilha já havia tomado forma, e foi iniciada a segunda fase do projeto, de preenchimento do interior e elevação das montanhas. Técnicos, engenheiros e geólogos foram trazidos da Suíça e da Alemanha para implementar toda região dos Alpes Genovianos, enquanto os profissionais dos Consórcios finalizavam as fundações do país.

Em abril de 2002, com a construção da ilha em si totalmente finalizada, deu-se início a terceira fase do projeto. Construção de todas as cidades e infraestrutura necessária para se abrigar um novo país. Eram obras de dimensões faraônicas, amplamente financiadas pela RS e parceiros no empreendimento, e realizadas pelas empreiteiras Odebrecht, Andrade Gutierrez, Gafisa e com apoio da mineradora brasileira Vale.

Seguindo as linhas gerais do projeto urbanístico detalhado de todas as regiões, planejados pela equipe da RBF Arquitetura, imensas cidades surgiram no horizonte, com infraestrutura de transportes, saneamento, energia e telecomunicações totalmente completas, de primeira qualidade, e prontas para atender a enorme demanda que estaria por vir.

A partir de 2004, com todas as construções prontas ou em estágio de finalização, deu-se início o processo de imigração para a Genóvia. Algumas centenas de pessoas ilustres, envolvidas no processo de realização do país, ou que fossem familiares e amigos dos principais envolvidos no projeto foram formalmente convidadas a estabelecer domicílio no novo país. Estes afortunados receberam uma moradia de sua escolha e empregos no Governo ou em empresas que se instalaram desde o início, tudo arranjado pela Junta Real Governamental Provisória.

Uma intensa campanha de divulgação da Genóvia foi feita ao redor do mundo todo, em diversos meios de comunicações, exaltando a qualidade de vida, a segurança, o sistema político e a infraestrutura que seria oferecida no país. Isso atraiu milhões de interessados em se mudar para Genóvia, se fazendo necessário um crivo muito cuidadoso. Os pedidos de visto permanente e dupla cidadania eram examinados um a um pelas embaixadas e Consulados de Genóvia ao redor do globo, e posteriormente os selecionados eram submetidos a intensas entrevistas de cunho pessoal e psicológico. Somente após todas essas etapas os indivíduos eram autorizados a viajar para Genóvia e procurar o lugar mais adequado para se estabelecerem.

Em algumas áreas específicas, a colonização mais intensa foi incentivada, enquanto em outras foi altamente controlada. Todo o êxodo em massa foi devidamente planejado e executado de forma exemplar, de modo que todos os serviços essenciais já estavam disponíveis desde a chegada do primeiro morador civil. Muitos já saíam de seus países de origem com emprego e função definidos, para suprir as necessidades de serviços. Em julho de 2005, nasceu o primeiro genoviano de fato, em St. Helena.

No dia 25 de abril de 2005, com uma solenidade no Palácio Real de Pyrus e grande festa em todos os cantos do país, a Genóvia foi oficializada como país e inaugurada. Comemorações seguiram por meses, para celebrar o início de um novo futuro, uma nova vida.

Em pouco tempo, o país se desenvolveu extraordinariamente, alcançando status de superpotência mundial, rivalizando diretamente o posto com os Estados Unidos, apesar de serem grandes parceiros. Com um sistema político eficaz, Justiça e Leis eficientes, comércio interno promissor, indústria pujante, mão de obra altamente qualificada, população exemplarmente instruída, serviços e infraestrutura de qualidade superior, sentimento de patriotismo exacerbado e grandes líderes no comando da Nação, a Genóvia cresceu e se tornou o ícone de desenvolvimento mundial.

Exemplo do que se chama “primeiro mundo”, a Genóvia atualmente é um país altamente desenvolvido, nas áreas: econômica, comercial, industrial, social, estrutural e política.

Grandes empresas Genovianas estão presentes no mundo todo, disseminando a cultura e o estilo de vida do país. Sedes internacionais de multinacionais como a RS, Orange, Navigators e HydroGen parecem verdadeiras embaixadas da Genóvia, muito disso, devido ao patriotismo inerente aos Genovianos.

A Genóvia está dividida em quatro grandes regiões: Sudoeste, Sudeste, Norte e  Centro-Oeste.   Os condados estão assim divididos entre as regiões:

Sudoeste: Pyrus e Sunland
Sudeste: Highlands e Zion
Norte: Vizeu, Vale do Silêncio, Thomas Town e San Vicenzo
Centro-Oeste: Nottinghamshire e Valdúzia.

A paisagem da Genóvia varia de região à região. O país possui grandes florestas temperadas na área central, grandes planícies no litoral, os Alpes nevados no centro-oeste, grandes planaltos rochosos no norte, e várias bacias hidrográficas, sendo a principal a do Rio Pyrus.

A Genóvia, por ser um país-ilha, não possui fronteiras terrestres, e suas fronteiras marítimas são com águas internacionais. No entanto, a Genóvia está a 1.500 km da costa da França e de Portugal, sendo estes os países mais próximos. Devido sua posição privilegiada nas proximidades do continente Europeu, e suas amistosas relações com os países deste bloco, a Genóvia faz parte da União Europeia.

     Área total de Genóvia: 5.256 km²
     População de 2008: 9.171.246 habitantes
     Densidade: 1.744,90 hab/km²
     PIB de 2008: total US$ 69.24 trilhões e Per Capita US$24.171
     Alfabetização: 99,7%
     Mort. Infantil: 1.71/mil nasc.
     Moeda: Dólar Genoviano
     Língua oficial: Português Genoviano
     Capital: Pyrus.
     Fuso horário: UTC – 1, Cod. Internet gn e Cód. Telef.  +171

A Genóvia, ou oficialmente República Parlamentarista da Genóvia, é uma república parlamentarista, composta por 10 condados e um distrito real. O nome do país é frequentemente referido pelas siglas GN ou GEN. Fonte: Wiki (acesse para mais informações).

Comentário
Uma ilha país construída pelo homem em tempo recorde e com um grau de desenvolvimento em todos os seus aspectos é coisa fora do comum, é inacreditável é fantástico.

Até o presente é uma ilha dos sonhos, é tudo que o homem deseja na Terra, parece uma fantasia irreal que se materializa na imaginação das crianças quando ouvem as histórias dos contos de fadas. Espero que no futuro, o governo de   Genóvia não deixe a população chegar à explosão demográfica na ilha, uma superpopulação só iria desestabilizar toda harmonia existente nesse país.

Esse país perfeito é a cópia do Brasil. Sonha Marcelino!

  





Por: Ernani Serra 
Pensamento: O homem sonha com um paraíso, mas quando realiza esse sonho, transforma em um pesadelo infernal.
Ernani Serra