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22 de jan de 2013

Rasputin


Grigoriy Yefimovich Rasputin (em russo) nasceu em 22 de janeiro de 1869 em Petrogrado, atual São Petersburgo, foi um místico russo, figura politicamente influente no final do período czarista e faleceu no dia 29 de dezembro de 1916, aos 47 anos, em Petrogrado, atual São Petersburgo.

     INFLUÊNCIA NA CORTE RUSSA
Por volta de 1905, a sua já conhecida reputação de místico introduziu-o no círculo restrito da Corte Imperial Russa, onde, segundo se dizia, Rasputin teria salvado a vida de Alexei Romanov, o filho do czar, que era hemofílico.

Perante este acontecimento, a czarina Alexandra Feodorovna dedicar-lhe-á uma atenção cega e uma confiança desmedida, denominando-o mesmo de “mensageiro de Deus”. Com esta proteção, Rasputin passa a influenciar a Corte e principalmente a família imperial russa, colocando homens como ele no topo da hierarquia da poderosa Igreja Nacional Russa.
Todavia, o seu comportamento considerado dissoluto, licencioso e devasso (com supostas orgias e envolvimento com mulheres da alta sociedade) justificará denúncias feitas por políticos, dentre os quais se destacam Piotr Stolypin e Vladimir Kokovtsov. O czar Nicolau II se afasta então de Rasputin, mas a czarina Alaxandra mantém a sua confiança absoluta no decadente monge.

     ASSASSINATO
A Primeira Guerra Mundial trouxe novos contornos à atuação de Rasputin, já odiado pelo povo e pelos nobres, que o acusaram de espionagem ao serviço da Alemanha. Escapa às várias tentativas de aniquilamento, mas acaba por ser vítima de uma trama de parlamentares e aristocratas da grande estirpe russa, entre os quais Yussupov.

Rasputin também foi conhecido pela sua suposta e curiosa morte: primeiro ele foi envenenado num jantar, porém sua úlcera crônica fê-lo expelir todo o veneno. A história real conta que em 1916, o monge russo Rasputin sofreu uma segunda tentativa de envenenamento por cianeto. Durante um banquete, o príncipe Yussopoff e seus amigos ofereceram a Rasputin um pudim contendo cianeto de potássio em quantidade suficiente para matar várias pessoas. Embora Rasputin tenha comido grande quantidade desse pudim, ele não morreu. Por esse motivo, e pelo fato de serem atribuídos poderes satânicos ao monge criou-se uma lenda de sobre naturalidade envolvendo o fato. 

A lenda só foi desfeita em 1930, quando foi descoberto que alguns açúcares, como a glicose e a sacarose, se combinados com o cianeto, formam uma substância praticamente sem toxicidade, denominada cianídrica. Posteriormente, Rasputin teria sido fuzilado, sendo atingido por um total de onze tiros, tendo, no entanto sobrevivido; foi castrado e continuou vivo, somente quando foi agredido e o atirou inconsciente no rio Neva ele morreu, não pelos ferimentos, mas afogado.    Existe um relato de que, após o seu corpo ter sido recuperado, foi encontrado água nos pulmões, dando apoio à ideia de que ele ainda estava vivo quando jogado no rio parcialmente congelado. Fonte: Wikipédia.

     Comentário
Rasputin foi uma verdadeira lenda viva, era um homem de estatura muito forte, tinha o dom da hipnose e conhecia os segredos esotéricos e fez muitas curas na corte. Foi amado no começo e depois foi odiado pelos cortesões que invejavam a sua posição de destaque diante da czarina e do imperador. A sua estatura agigantada também ajudou muito na neutralização nas investidas criminosas dos seus adversários políticos da corte russa.

Os “Caim” da corte matou por inveja o “Abel”, que era Rasputin. Rasputin era um monge com grandes conhecimentos místicos.






Por: Ernani Serra 
Pensamento: Quando o sino tocar três vezes, ele anunciará que eu fui morto. Se eu for morto por homens comuns, você e seus filhos vão governar a Rússia durante séculos; se eu for morto por uma de suas ações, você e sua família irão ser mortas pelo povo russo! Ore Czar da Rússia. Ore!
Rasputin