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2 de jun de 2013

Blindado Gepard


O Gepard está armado com duas pistolas automáticas KDA Oerlikon, 35 mm, o setor de tiro vertical que varia entre 85º C e -5º. Setor tiro horizontal é de 360 graus, todos os movimentos da torre são feitos por uma máquina, mas também em caso de falha pode ser feita manualmente.

Cada cano está equipado com uma velocidade inicial de medição, que fornece continuamente tais dados para computador, no sentido de puxar. 

O veículo transporta 3000 tiros de munição, dos quais, 2500 são para antiaéreo e 500 para uso contra veículos blindados. O atirador necessita apenas alguns segundos para substituir a munição (3 segundos).

As armas têm uma taxa máxima de ejecção de 750 voltas/min de cada unidade. As caixas vazias são ejetadas automaticamente da torreta.

O atirador pode selecionar diferentes modos de fogo: explosão de cinco ou 15 tiros ou fogo sustentado. O alcance efetivo de armas de fogo antiaéreo é de 5.500 m, enquanto os F mísseis Stinger Block II para realizar tem uma gama média cerca de 25.000 pés (7.500 m). A versão alemã tem quatro tubos de fumaça descarregadores, enquanto que a Holanda tem seis.

 Os holandeses Gepard são chamados CA1, tendo sido projetado para a proteção das unidades mecanizadas no campo de batalha.

O radar de varredura é instalado na parte traseira da torreta e pode ser dobrado, ne necessário, sua antena gira sobre si mesmo, uma vez a cada segundo e pode detectar um avião a 40 km de distância e atirar em alvos que vão a 1.500 km/h. O sinal a partir da aeronave é então exibida na tela de radar situada no interior da torre, e identifica como amigo ou inimigo, se rastrear radares inimigos que está montado na parte frontal da torre. Se necessário, o radar pode ser rodado 180º, de modo que a antena é colocada em direção ao interior da torre e, consequentemente, protege a fragmentos de granadas.

O consumo de munição é muito elevado nas ações à prova de balas. Uma vez que a munição de ter sido consumida, é necessário entre 20 a 30 minutos para encher os compartimentos do lado de fora do veículo.

O Gepard também é equipado com visores óticos. As armas podem inscrever-se e disparar enquanto o veículo estiver em movimento através do campo.   Normalmente, o veículo deve parar de fogo, para o que se tornaria uma plataforma de tiro mais estável e precisa.

O veículo está equipado com um sistema de ABQ e pode ford correntes de profundidade de 2,25 m, também o endereçamento e controle da torre é alimentado por um gerador de capacidade de 40 kW, este é alimentado por uma OM314 de 4 cilindros policarburante 3,8 litros de capacidade.

Em 1966, o Bundeswehr não foi inteiramente consistente com qualquer um dos sistemas antiaéreos disponíveis, então o uso de alguns canhões antiaéreos pode ser montado sobre este novo veículo, seja ele um par de 3 cm ou um par de uma polegada e como vários sistemas de alertas precoce e de radar capaz de ser adaptado a uma torre, tudo isso adicionado a um chassis de um Leopard.

Foram construídos quatro protótipos: dois com 30 mm armas de grosso calibre e outras duas com canhões de 35 mm, com o tempo, foram selecionados os canhões de 35 mm para serviço na Alemanha e entrou em serviço em 1976.  

O Brasil pretende obter uma série de 36 desses veículos blindados. Fonte: Wikipédia.

     Comentário
O Brasil é o país que só compra sucatas para o seu arsenal tupiniquim a preço de ouro, temos os seguintes armamentos sucateados:

A Marinha de Guerra do Brasil, toda sua frota é composta por belonaves das Guerras Mundiais que sobraram e foram vendidas ao Brasil. 

As Usinas Nucleares também é uma engenhoca que já estava obsoleto em todos os países do primeiro mundo, mas o Brasil foi resgatar essa sucata a preços elevadíssimos como se fosse uma grande aquisição, e foi, para os Alemães, que ainda recebem milhões de dólares pelo péssimo negócio que o Brasil fez. 

Agora o Exército adquiriu os Blindados Gepard já usados e ultrapassados a preços de quase novos, outro péssimo negócio para o Brasil, porque Alemanha já estava desmanchando esses blindados por não servir mais com relação ao desenvolvimento bélico de seu país; na área do desmanche desses veículos tinham blindados novos, mas mandaram os mais usados, os piores. O Brasil poderia ter adquiridos esses blindados de graça ou a preço de sucatas, pois os alemães fariam qualquer negócio para ganhar um pouco na transação com relação ao desmanche, mas não sabemos fazer negócio para ganhar só fazemos para perder.

Só falta agora a Aeronáutica comprar umas dezenas de aviões sucateados dos países do primeiro mundo. 

Para os militares brasileiros esses blindados que ninguém quer em suas forças armadas modernas, foi para eles um bom negócio e os deixaram eufóricos. 

Esse tipo de blindado hoje, só serve para revolução interna, mas para guerras internacionais esses blindados já eram. Esses carros apesar de antiaéreos não são capazes mais de destruir aviões supersônicos com esses armamentos antiquados. Só se adaptassem mísseis terras ar e mesmo assim, seriam atingidos e destruídos por uma esquadrilha supersônica. 

Esses negócios e negociatas são verdadeiros presentes de grego (cavalo de Tróia), que sangram os cofres do Brasil.




Por: Ernani Serra
Pensamento: Uma nação que confia em seus direitos, em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda.
Rui Barbosa