Leitores Online

17 de jun de 2013

Protestos Políticos


A “destruição de bens materiais” pode ser um instrumento poderoso para se fazer política. Essa crença, defendida pelos Black Blocks, espécie de tropa de choque anarquista dos manifestantes, ajuda a entender a complexidade do caldo de ideias das últimas passeatas em São Paulo.

Formados por cerca de cem integrantes, os Black Blocks são um entre as dezenas de grupos que participaram nesta semana das passeatas contra o aumento da passagem na capital. Na terça-feira (11/06/2013) lideraram as depredações, que foram suspensas na quinta-feira (13/06/2013).

Ainda engrossam a massa nas passeatas diversa partidos de esquerda e movimentos sociais tradicionais, sindicatos e coletivos pós-modernos. Os últimos são considerados a alma e o motor das manifestações.

“Nós, os anarquistas, não consideramos a destruição de bens materiais como um ato de violência. A violência ocorre contra a pessoa. Destruir um banco que apoia Belo Monte e atinge os índios, por exemplo, é ação de combate à violência”, disse um integrante dos Black Blocks, que participou das quatro passeatas. Ele explica que, para o grupo, o vandalismo só deve ocorrer como reação às agressões policiais. Nunca antes.

A opção pelo confronto com a PM e o vandalismo teve efeitos práticos, aumentando a visibilidade dos protestos. A resistência e o ímpeto dos manifestantes deixaram policiais e sociedade assustados, em uma cidade acostumada a receber anualmente eventos e passeatas que, segundo os organizadores, levam quatro milhões de pessoas às ruas. Fonte: Site ESTADÃO.COM.BR/São Paulo.

     Comentário
Não existem tarifas altas o que existem são salários baixos. O povo sente a inflação porque não tem salários altos. Essas passeatas deveriam ser por aumentos de salários que neutralizariam os aumentos tarifários.

O povo está indignado com as injustiças e corrupções no país e estão apelando por uma justiça que os libertem desses políticos criadores de crises mundiais e aí estão as passeatas como uma forma de pedir justiça.

O povo está se organizando através de lideranças políticas que está usando as tarifas de ônibus como pretextos para fins ideológicos e sociais. 

No momento, quatro grandes capitais estão formando uma passeata com faixas de protestos de maneira pacífica, essas manifestações públicas estão recebendo grandes números de populares que apesar de serem pacíficas a qualquer momento pode se espalhar por todas as capitais do Brasil e a qualquer momento pode eclodir uma revolução de esquerda ditatorial. 

Essas manifestações populares são muito perigosas, principalmente, quando sai do controle e o povo pode tomar o poder político mesmo sem armas convencionais.




Por: Ernani Serra 
Pensamento: A não violência e a covardia não combinam. Posso imaginar um homem armado até os dentes que no fundo é um covarde. A posse de armas insinua um elemento de medo, se não mesmo de covardia. Mas a verdadeira não violência é uma impossibilidade sem a posse de um destemor inflexível.
Mahatma Gandhi