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1 de jul de 2013

Privatização ou Privataria


Privatização ou desestatização é o processo de venda de uma empresa ou instituição do setor público – que integra o patrimônio do Estado – para o setor privado, geralmente por meio de leilões públicos. No Brasil, o processo de desestatização consistiu principalmente em tornar o Estado um sócio minoritário, pois grande parte das empresas já era de capital aberto e negociado em bolsa de valores e o Estado Brasileiro, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), continuou como sócio minoritário.

Privatização é um processo da concessão ou vendas de empresas estatais produtoras de bens e/ou de serviços. Estes podem ou não enquadrar-se como sendo estratégicos e/ou essenciais, por exemplo: fornecimento de água tratada e coleta de esgotos, de energia elétrica, de telefonia fixa, de gás canalizado, e outros. Há também sob administração do Estado, instituições tais qual o setor de previdência social. 

Está comprovado que a “doutrina da privatização” foi ativamente praticada e promovida pelas administrações {Ford, Carter e Reagan nos Estados Unidos, e pela administração Thatcher no Reino Unido}. O interesse pelas privatizações no mundo emanou originalmente das iniciativas de desregulamentação proclamadas e esposadas por essas administrações, que particularmente favoreciam a minimização do papel e das responsabilidades do Estado ou do setor público da economia, e assim transferiram essas responsabilidades ao setor privado.

Estendeu-se, na década de 1990, à América Latina, onde foi incentivada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial, sendo uma estratégia recomendada pelo chamado Conselho de Washington que, segundo então diziam seus seguidores, aceleraria o crescimento econômico nos países que o adotassem. 

Os que se opõem às privatizações indiscriminadas de serviços públicos essenciais argumentam que toda empresa privada tem como principal foco o lucro, e este, muitas vezes, vão de encontro à necessidade de prover pessoas de baixo poder aquisitivo com estes serviços fundamentais.

O Banco Mundial, no capítulo 6 de seu relatório Economic Growth in the 1990s: Learning from a Decade of Reform de 2005, declara que muitos observadores questionam agora se a privatização e a desregulamentação não teriam ido longe demais. A insatisfação atual não está limitada a países como a Confederação Russa, onde uns poucos indivíduos privilegiados e bem relacionados politicamente assenhorearam-se do controle de várias empresas a preços vis.   Segundo o Banco Mundial, numa pesquisa conduzida em 2002 em 17 países da América Latina, dois terços dos entrevistados consideraram que “a privatização de empresas públicas não foram benéficas” (43% a mais do que na mesma pesquisa em 1998).

Acreditam que essas privatizações podem se transformar numa simples “apropriação” das riquezas do Estado por alguns grupos privados privilegiados – que objetivam apenas obter lucro para si, nem sempre com isso aumentando o “bem estar” da população ou a riqueza do país. 

O jornalista Elio Gaspari cunhou o neologismo privataria para designar pejorativamente as privatizações brasileiras. O teorema de Sappington-Stiglitz “demonstra que um governo “ideal” poderia atingir um maior nível de eficiência administrando diretamente uma empresa estatal do que a privatizando”. Um dos argumentos é de que algumas empresas já são eficientes e geram lucros e não deveriam ser privatizadas pelo governo. Fonte: Wikipédia.

     Comentário
O Brasil vive a copiar os Estados Unidos como um escravo obediente, nem tudo que é bom para os EUA são bons para os países emergentes, a privatização encaixou bem nos EUA porque é uma nação poderosa e o Estado controla todas as privatizações por ter a hegemonia mundial, um grande lastro ouro, uma moeda forte e aceita mundialmente que impõe aquele país a controlar todas as empresas privatizadas, mas o Brasil, que não tem nada disso, vai se tornar uma marionete nas mãos dos setores privados que vão fazer lobby no Congresso Nacional e na Presidência da República para conseguirem os seus objetivos econômicos e financeiros. 

A privatização é um crime e uma traição ao povo brasileiro que vai ser esmagado por essas ambiciosas empresas que só operam em cima dos lucros e ao mesmo tempo, vão se tornar a proprietária do país usando e abusando de seus poderes contra a economia do povo, essas sanguessugas internacionais vão extrair e exportar para os seus países todas as nossas riquezas e deixando o povo cada dia mais pobre e miserável e sem governabilidade. Já vimos que as privatizações operam muito mal e deixam a desejar “um serviço ruim”. As privatizações estão piores do que as estatais de antes. Para o nosso país a estatização é muito melhor porque a nação fica proprietária de todas as riquezas, e a privatização, os grupos internacionais enriquecem e mandam para os seus países todos os lucros e também, todas as riquezas do solo, subsolo e marinhas em estado bruto, e a nação cada dia ficando mais pobre.

Os políticos acham com as privatizações vão obter maior eficiência, reduzir despesas e gerar recursos, vão gerar tudo isso, mas não para o Brasil e sim para essas empresas privatizadas.   Por que as empresas estatais não foram eficientes? Porque os traidores e corruptos políticos afundaram essas administrações com o intuito de entregarem o país à economia privada e conseguiram, alegando má gestão nas empresas estatais; e belas administrações estamos vendo nessas privatizações!

Malditos governantes traidores que não têm coragem para trabalhar em prol da nação brasileira e entregam todas as riquezas nacionais aos estrangeiros e o pior, é que, não aparece ninguém para contestar essas arbitrariedades políticas e desumanas contra a nação.

A Presidente da República Dilma Rousseff diz num vídeo que é crime privatizar a PETROBRAS e o PRÉ-SAL e em outro vídeo ela vai consentir na venda através de leilão uma plataforma do pré-sal, estão vendendo a retalho.

É um bando de políticos alienados que andam como piolhos pela cabeça dos EUA, estão todos desmemoriados que não veem as consequências funestas contra o Brasil. 

Cadê os patriotas? Cadê o povo? Que não lutam pelos interesses do Brasil.




Por: Ernani Serra
Pensamento: Aprendi através da experiência amarga, à suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo.
Mahatma Gandhi