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25 de ago de 2013

Origem dos Pôneis


No Brasil, a raça surgiu de um cruzamento de pôneis da raça “Shetland”, com alguns exemplares da Argentina, selecionados pela família de criadores.

O pônei é definido com um equino de baixa estatura, não devendo ultrapassar 1,50 m, mas com as mesmas aptidões dos equinos maiores no que se refere à resistência ao trabalho e lazer proporcionados pelo homem.

Pequeno e interessante, esse pequeno cavalo surgiu em um passado distante em uma região na qual pouca comida era disponível, permitindo a sobrevivência dos animais mais rústicos.   Ao contrário do que muitos criadores pensam, são animais primitivos, ligados e identificados com a própria origem dos equinos. 

No Brasil, foi a partir de 1970, com a fundação da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Pônei (ABCCP), que se tornou mais rigoroso o controle e a criação desses animais, assim como a formação dos padrões das raças Brasileira e Piquira. Depois, passaram a ser registrados também animais de origem estrangeira das raças: Haflinger, Shetland e Welsh Mountain Pony.

Os pôneis são uma espécie de cavalos em  miniatura. Foram criados em Schetland e é a versão reduzida dos puros-sangues. O seu tamanho não se deve a nenhuma anormalidade ou defeito da espécie, não são cavalos anões, são uma raça verdadeira.

Os seus antepassados, entre os séculos XVII e XVIII, eram utilizados como presentes para príncipes e princesas. O caráter deste animal, não é só inteligente e dócil, como também é mais carinhoso e amigável do que os cavalos em geral. 

Estas características os fazem animais idôneos para relacionarem-se com as pessoas, especialmente com crianças, idosos e anões, sobretudo em programas que servem de terapia.

Por regra geral, os pôneis são muito mais tranquilos do que os cavalos de estatura normal. Fonte: Sites da Internet.

     Comentário
Os criadores estão dizendo que os pôneis são uma raça verdadeira que discordo, devem ter sido originados de um cruzamento ou de Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética. O homem está criando aberrações na estrutura molecular dos animais, esses animais se tornam tristes e deprimidos nessa estrutura, isso deveria ser considerado crime.

Dizem que a causa da sua estatura miniatura foi porque surgiu num passado distante numa região inóspita de pouca comida; é também uma teoria falha, se os cavalos normais passassem fome os seus descendentes não diminuiriam e a tendência era desaparecer pela falta de comida ou ficarem debilitados. Assim, os cavalos da raça Appaloosa que foram deixados pelos europeus quando voltaram para a Europa, e se tornaram cavalos selvagens nas pradarias dos desertos, hoje teríamos milhares de pôneis dessa raça por passarem necessidades e a raça continuou até hoje no seu porte normal. Nada se transforma na natureza, o que é continua sendo, só o homem é que manipula com a genética e produz o burro-mulo, o pônei e outras aberrações em miniatura.

Uma das provas que o pônei é uma manipulação do homem, que já estão diminuindo o cavalo pônei ao tamanho de um cão. Por acaso as vacas, os porcos e outras raças que estão aparecendo em forma de miniatura são raças? Não, o homem está cometendo um crime contra a natureza animal, isso é muito triste, ver animais que poderiam ser normais a se tornarem pela mão do homem em animais anões e domésticos. Os criadores estão escondendo as verdadeiras origens desses animais, isso deveria ser proibido pelos órgãos de proteção animal, está indo contra a natureza desses animais, para satisfazer a sua curiosidade, os interesses financeiros e a satisfação do ego. 

Agora eles estão dizendo que os pôneis são raças porque já estão cruzando com animais da mesma espécie. Futuramente, vão dizer que as mini vacas e mini porcos são também de uma determinada raça. A manipulação com mini vacas e mini porcos é a mesma dos pôneis, daqui a pouco vão fazer micro pôneis e só vamos ver no microscópio.



Por: Ernani Serra
Pensamento: Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e o terceiro, por experiência, que é o mais amargo.
Confúcio