Leitores Online

28 de dez de 2013

O Leão está solto, salvem-se quem Puder


O leão do Imposto de Renda está faminto e furioso, a tendência pode ser observada desde 1996, quando houve o congelamento da tabela do IR, que durou até 2001. Nos anos seguintes, todos os reajustes que ocorreram foram inferiores ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O resultado disso é o aumento da tributação sobre o assalariado. Em 1996, a isenção do imposto beneficiava quem recebia até 6,55 salários mínimos, segundo levantamento da consultoria Ernst & Young

Em 2014, essa relação despencará para 2,47 salários mínimos, assim, brasileiros antes por causa da baixa renda vão paulatinamente ingressando na condição de contribuintes.

Novos valores
A última correção automática da tabela entra em vigor a partir de janeiro/2014 e elevará em 4,5% as faixas de cobrança – contra uma inflação de 5,85% em 2013, pelo IPCA-15. O porcentual de 4,5% é o centro da meta de inflação definida pelo governo, mas o avanço dos preços no País segue bem acima desse patamar desde 2010.

     A alíquota de 7,5% passa a ser aplicada para quem receber entre R$ 1.787,78 e R$ 2.679,29.
     Já o desconto de 15% passa a ser aplicado sobre a faixa salarial de R$ 2.679,30 até 3.572,43.
     A alíquota de 22,5% valerá em 2014 para quem recebe salários entre R$ 3.572,44 e 4.463,81.
     A alíquota máxima, de 27,5%, vai incidir sobre vencimentos superiores a R$ 4.463,81.

Campanha
O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) lançou uma campanha para obter 1,5 milhão de assinaturas para um projeto de lei que muda a forma de correção do imposto.

A ideia é reduzir gradativamente a discrepância em relação à inflação em um período de dez anos a partir de 2015. Além da correção da tabela, o projeto estabelece a taxação de lucros e dividendos a partir de R$ 60 mil por ano. Desde 1995, esses valores são isentos de IR ao País. Essa nova tributação, de acordo com o Sindifisco, financiaria as perdas com o reajuste da tabela e ainda haveria uma sobra.

Pelo 18º ano seguido, a tabela do Imposto de Renda (IR) será corrigida abaixo da inflação em 2014. A defasagem, que deverá fechar esse ano próxima de 66%, faz com que o Fisco chegue ao bolso de cada vez mais brasileiros, consumindo os seus novos rendimentos. Essa discrepância ainda se soma ao aumento do salário mínimo, também superior à correção da tabela. No próximo ano, o mínimo será elevado para R$ 724, uma alta de 6,78% ante o salário mínimo de R$ 678 atuais. Fonte: FOLHA POLÍTICA.ORG - JORNALISMO INDEPENDENTE.

Comentário
Não é só o imposto do leão que está subindo, são todos os impostos inseridos em todos os produtos comercializados, ficando o assalariado com menos renda e mais despesas para pagarem, o governo ainda diz que está combatendo a fome, se é ele o responsável pelo aumento da fome através dos impostos que inflacionam ainda mais o mercado. 

Com o aumento dos impostos em geral as mercadorias vão subir e aumenta a inflação que poderá gerar a deflação medida tomada pelo governo para conter a inflação que também é perniciosa tanto quanto a inflação.

Os impostos são maneiras de sangrarem as economias populares, deixar o povo mais pobre, com menos salários para sobrevivência. 

O impostômetro deve estar acima dos trilhões para os quatrilhões de reais e é medido por dia que não para de subir.  

O povo está entorpecido com a situação e ficam alienados sem saber o que fazer e aceitam o cutelo do carrasco.

Os políticos usam da demagogia política para enganar o povo que acreditam neles, o povo é ingênuo como eram os índios.

Depois dizem que o Brasil está crescendo, deve estar crescendo como rabo de cavalo.

video
video



Por: Ernani Serra
Pensamento: A política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra a pessoa só pode ser morta uma vez, mas na política diversas vezes.
Winston Churchill