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3 de dez de 2013

Plataformas de Petróleo


Uma plataforma petrolífera pode ser de duas maneiras, em terra firme recebe o nome de plataforma “on-shore” e no mar recebe o nome de plataforma “off-shore” e é uma grande estrutura usada na perfuração em alto mar para abrigar trabalhadores e as máquinas necessárias para a perfuração de poços no leito do oceano para a extração de petróleo e/ou gás natural, processando os fluídos extraídos e levando os produtos, de navio, até a costa.

Dependendo das circunstâncias, a plataforma pode ser fixada ao solo marinho, pode consistir de uma ilha artificial ou pode flutuar.

De acordo com a finalidade que se destina e a profundidade da lâmina d’água em que irão atuar, as plataformas podem ser:

1 – Plataformas fixas – têm sido as preferidas nos campos localizados em lâminas d‘água de até 200 metros.
2- Plataformas autoelevatórias ou Autoeleváveis – são constituídas basicamente de uma balsa equipada com estrutura de apoio, ou pernas, que, acionadas mecânica ou hidraulicamente, movimentam-se para baixo até atingirem o fundo do mar.
3 – Plataformas de pernas atarantadas – são unidades flutuantes utilizadas para a produção de petróleo.
4 – Plataformas Semissubmersíveis – são compostas de uma estrutura de um ou mais conveses, apoiada em flutuadores submersos.
5 – Navios-sonda – é um navio projetado para a perfuração de poços submarinos.
6 – Sistemas flutuantes de produção – são navios, em geral de grande porte, com capacidade para produzir, processar e/ou armazenar petróleo e gás natural, estando ancorados em um local definido. Fonte: Wikipédia. 

Comentário
A PETROBRAS, e nada no Brasil vão para frente porque o interesse dos políticos é perder dinheiro e favorecendo as empresas internacionais. Vejamos o seguinte: 

A PETROBRAS antigamente compravam plataformas no exterior, agora, essa empresa está fabricando essas plataformas, mas não é para usar na extração de petróleo no Brasil, é para vender aos países estrangeiros e depois a PETROBRAS alugam essas mesmas plataformas aos países estrangeiros. Isso é irracional, antipolítico, incompreensível e impatriótico, isso fere aos interesses nacionais. 

O mesmo aconteceu com a indústria bélica brasileira (ENGESA) que faliu na década de 1990 porque em vez de construir armas para as Forças Armadas do Brasil, começou a vender sem nenhuma segurança para os países no Oriente Médio e para a África que passou um calote de US$ 200 milhões em compras feitas pelo Iraque e o cancelamento da encomenda do blindado Osório pela Arábia Saudita, quando já haviam sido gastos US$ 100 milhões com o projeto; com o fim dos governos militares, o governo civil não investiu no setor e com isso, a ENGESA ficou sem estabilidade econômica, e o Brasil ficou sem armamentos nacionais suficientes para abranger e defender todo o seu território, e estão comprando armas bélicas usadas a preço de novas, é o caso dos tanques de guerras obsoletos que os alemães já estão jogando no desmanche e que, achamos um bom negócio adquirir esses ferros-velhos, e dos navios de guerra da Marinha Brasileira que são obsoletos da I e II Guerra Mundial que pagamos até hoje como um empréstimo aos Estados Unidos. Em 1960 os Estados Unidos passaram a limitar a venda de armas para a América Latina, parece até que somos os lixos, os lacaios dos norte-americanos e os políticos só fazem o que o Tio Sam ordena, depois dizem que somos livres.

O minério de ferro gusa está saindo do país rapidamente e o Brasil quando precisa vai comprar os equipamentos manufaturados no exterior a preço de ouro.

O petróleo e o gás natural estão sendo leiloados e levados para o exterior, enquanto não temos o suficiente no mercado interno e ficamos na dependência das importações de gás e derivados do petróleo. 

Os dólares que entram desses leilões para o Banco Central vão ser evaporados pelo Câmbio e pela Bolsa de Valores, portanto, não existem leilões e sim, damos de presente esses combustíveis aos países que exploram as nossas riquezas, porque existe um interesse de criar uma crise artificial dentro do país e prejudicar o povo brasileiro. Não querem que o Brasil faça concorrência com os países do primeiro mundo e tão pouco, desejam que o nosso país se torne uma potência de primeiro mundo.

Tivemos em Pernambuco a indústria de borracha sintética (COPERBO) que só deu déficit nas mãos do governo, mas, quando passou para as mãos de capital estrangeiro só deu superávit.

Os brasileiros ainda não entenderam as jogadas fraudulentas dos governantes, governados pelas multinacionais e internacionais. Quando uma indústria ou comércio de um brasileiro está se expandindo e se tornando grande, esses estrangeiros vêm e compram, é o caso das empresas: Garoto, Hiperbompreço, Coperbo, etc.

Os trusts estão monopolizando todo o mercado nacional e os políticos baixando as cabeças como serviçais desse império capitalista que está invadindo e tomando tudo do povo e do Brasil.

O ouro do Brasil está sendo extraído em Serra Pelada por uma firma canadense e de maneira moderna, ou seja, mecanizada para levar esse minério precioso o mais rápido possível; e o povo brasileiro cada dia mais pobre e os estrangeiros mais ricos à custa de nossas riquezas, e os políticos coniventes, (com essa pirataria), também enriquecendo com essas negociatas.




Por: Ernani Serra
Pensamento: O homem que se vende recebe sempre mais do que vale.
Barão de Tararé