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15 de jun de 2014

Roubo da Taça Jules Rimet


Troféu criado para premiar vencedores da Copa do Mundo, desde a edição inicial, em 1930, a taça Jules Rimet foi roubada duas vezes. Na primeira, em 1966, na Inglaterra, foi encontrada por um cão chamado Pickles; mas em 1983, surrupiada da sede da CBF no Rio de Janeiro que sumiu de vez, supostamente derretida por um argentino.

Em 20 de dezembro de 1983 saiu num jornal essa notícia:

Três taças de ouro, entre as quais a Jules Rimet, foram roubadas ontem à noite, por dois ladrões, do gabinete do Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Giulite Coutinho, no nono andar do edifício João Havelange, na Rua da Alfândega, 70, no Rio.

Os ladrões entraram no prédio às 21 horas de ontem, rendendo o vigia e o amarrando e vedando com tiras de esparadrapo. João Batista Maia, 55 anos, o vigia, foi ameaçado de morte caso tentasse dificultar o roubo. Fonte: Folha de São Paulo.
Comentário
É uma vergonha esse episódio do roubo da taça Jules Rimet em 1983 na sede da CBF no Rio de Janeiro. 

Suspeitam de um vigia, mas deve ter por trás desse episódio negro pessoas importantes nesse roubo, tanto é que, até hoje a polícia não conseguiu descobrir o verdadeiro ladrão da taça do Mundial de 1970 no México.

Acredita-se que a taça foi derretida, mas por quem?

Foi um roubo muito bem planejado para ter sido efetuado por um vigia. A corda sempre se arrebenta na parte mais fraca.



Por: Ernani Serra
Pensamento: O Brasil está sendo campeão de roubalheira e não é de agora não, há muito tempo.
Ernani Serra