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23 de set de 2014

Sangria nos Cofres Pùblicos


Os governos dos Estados do Brasil estão com um abacaxi muito grande para descascar na área da educação. 

O povo é que está pagando despesas inúteis com gastos desnecessários, é o caso das inúmeras construções de escolas municipais e estaduais que estão onerando o erário público. 

Certos governos constroem vários estabelecimentos educacionais na periferia de um bairro quando só comportam apenas um colégio. Para que tantos? Se esses colégios estão funcionando com um déficit do total de alunos por classe. Salas de aulas que comportam até 40 alunos estão no máximo operando com 10 ou menos alunos em classe. Sem falar nas despesas com funcionários, limpezas, manutenção da edificação, professores e reposição dos materiais danificados pelos vândalos dos alunos e também pelos pichadores que estragam os muros e paredes, (sem falar nos alunos que são pagos pelos traficantes para vender e viciar os alunos dentro e fora desses estabelecimentos de educação) deixando o estabelecimento como verdadeiro pardieiro, esses colégios estão aglomerando alunos rebeldes e incontroláveis que aterrorizam os professores e se digladiam entre si por rivalidades ou por motivos passionais são verdadeiros marginais que não temem nem a polícia por serem de menores com leis frágeis e impunidade geral. Têm alunos que quando saem dos colégios vão badernar nas ruas, jogando pedras nos telhados das residências, tocando e quebrando os interruptores das campainhas, chutando e socando os portões tirando a paz dos moradores e prejudicando materialmente.

Para educar de verdade é preciso que sejam eliminados os joios do trigo, deixando apenas os alunos que desejam estudar, os malandros devem ser expulsos. 

Todos os colégios deveriam ter uma viatura no portão principalmente na hora da saída dos alunos para manter a ordem pública.

Os professores em sua maioria não ensinam bem alegando mal pagamento do governo e vivem a faltar às aulas e os alunos por sua vez fazem o mesmo, faltam muito. Os professores ganham miséria de salários, os governos deveriam diminuir o número de construções obsoletas para pagar melhor os professores que são os baluartes de uma sociedade melhor, soberana e moderna.

Muitos governos fazem essas construções com o intuito de superfaturar os materiais de construções, e também para se promoverem com essas edificações no período de campanhas eleitorais, colocam professores, parentes e funcionários correligionários e formando cabides de empregos para garantir os votos.

É preciso fechar esses estabelecimentos públicos, deixando apenas um colégio por bairro para atender a demanda e a cota de alunos por classe e aproveitar as edificações para outras finalidades governamentais que sejam mais úteis e menos onerosas para os cofres públicos.






Por: Ernani Serra
Pensamento: Os homens que perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde; por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver o presente nem o futuro; vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.
Buda