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24 de dez de 2014

Devassa nas Repartições Públicas


O Brasil está passando por uma crise sem precedentes em sua história política, econômica, financeira e social. Chegamos ao fundo do poço, quanto à (calamidade do PIB), chegando à cotação do Produto Interno Bruto de 0,2%, o Brasil está parando e entrando em falência por causa dessas corrupções e escândalos constantes em todas as esferas públicas e privados. A produção interna está quase parando, não há exportação, não há dólares em reservas, o câmbio está alto e afundando o real, a OPEP está diminuindo o valor do barril de petróleo que poderá causar uma estratégia internacional de diminuir os combustíveis para aumentar os preços, e de onde vai tirar esse déficit? Estão querendo tirar onde não há riquezas que são as economias do povo que vai ficar no vermelho. Como disse Cristo: Está consumado.

Antigamente as repartições públicas faziam sua contabilidade através de papeis soltos que favoreciam as fraudes, hoje, temos os computadores que poderiam ajudar muito na modernização das empresas estatais e zerar as fraudes e escoamento de dinheiro público, é só questão de boa vontade política, que em sua maioria não existem essa intenção honesta, essas contabilidades são propícias para todo o tipo de desvios de dinheiro e corrupção. Não é admissível que bilhões de reais saiam pela porta da frente sem que ninguém tome conhecimento de um montante tão grande. Isso mostra a fragilidade do governo e da administração orçamentária e contábil das repartições públicas que não detectam essas irregularidades e corrupções no sistema.

Faz-se necessário a modernização da contabilidade de todas as repartições públicas do Brasil e com urgência antes que seja tarde demais. Não adianta fechar as portas depois de roubado. É preciso evitar o roubo com antecedência.

Já tivemos o exemplo do abismo que o Brasil se encontra quando fizeram o Decreto-Lei 36/2014 para fechar o balanço orçamentário da União produzindo uma redução da meta fiscal do superávit fiscal, que se tornou o déficit fiscal com o crédito em débito fiscal, fecharam um balancete surreal em queda livre (deficitário), nunca visto na história contábil de nenhum país do mundo, só no Brasil, como o governo é da bandeira vermelha (PT) tinha que fechar o balanço em vermelho, como superávit em vermelho, é óbvio. Esse governo inverteu e inventou a nova ordem de superávit que se tornou déficit, o balanço em vez de se tornar ascendente positivo se tornou descendente negativo que se tornou positivo. É de virar a cabeça de qualquer um, é uma incógnita, fizeram o errado virar certo. Brincaram com a contabilidade pública do Brasil e do mundo. Criaram o que não existe. Fizeram da contabilidade um quebra-cabeça. 

Criaram a imagem do Brasil como um circo e o silêncio do povo, um grande e conivente palhaço. Quem cala consente, então aguentem o aperto fiscal, salarial, inflacionário etc. Enquanto o leão se banqueteia os chacais comem os despojos pútridos.






Por: Ernani Serra
Pensamento: Pior que a corrupção de um partido é o silêncio de uma nação.
Nicanor Bessa da Silva