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1 de dez de 2014

Dia Internacional de Combate a Aids


1º de dezembro é o Dia Internacional de Combate a AIDS.

Já fazem trinta anos que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida ou simplesmente Vírus da Imunodeficiência Humana (AIDS) chegou ao Brasil, houve no começo um grande temor sobre essa doença incurável, em algum tempo as pessoas procuravam os preservativos e a taxa de infectados tinha diminuído um pouco, mas depois de algum tempo, os jovens e adultos deixaram de se cuidar, não estão nem aí para essa doença terrível e fatal, achando que os remédios vão dar uma vida longa. Os remédios para essa doença é um verdadeiro sofrimento e tortura com suas reações que provocam esses efeitos colaterais indesejáveis ao corpo e a alma. 

Os vírus do HIV se instalam no corpo humano após entrar em contato com outro corpo infectado, sejam: no ato sexual (coito): vaginal, anal ou oral; ou por usar drogas injetáveis de outro contaminado pela doença; o beijo na boca também pode contaminar porque foi constatado cientificamente que o portador do HIV tem o sangue e a saliva contaminada pelos vírus

É por esse descaso em não usar os preservativos que a própria saúde de hoje está em perigo coletivo, o número de aidéticos estão superior a 8% das últimas estatísticas, antes a AIDS começou com os gays, depois vieram os heterossexuais e agora está se espalhando pela classe dos adolescentes de maneira muito rápida porque esses jovens frequentam: bailes, motéis, namoros com liberdades e libertinagem, o uso de drogas... Sem se prevenir contra as doenças infecto-transmissíveis e sexualmente transmissíveis.

É preciso que a sociedade em geral se previna e tenha mais cuidado com a saúde. A vida é curta, mais valiosa quando cuidada, e só temos uma. 

Esses vírus se proliferam rapidamente pelo sangue e por todo o corpo, quando acham um órgão mais fraco se instalam e começam a destruir; muitas famílias tem vergonha de dizer que seu ente querido morreu de AIDS e simplesmente usa o diagnóstico médico de insuficiência cardiopulmonar, de hepatite, insuficiência respiratória etc. é por conta desses diagnósticos que não se sabe a estatística correta de falecimentos com AIDS. 

Os remédios quando aplicados matam um grande número de colônias de vírus que já estão aos milhões no corpo humano, nesse período o paciente tem uma grande melhora, pega mais peso, e fica com aspecto saudável, mas é pura ilusão, porque os vírus que ficaram no organismo começam a se multiplicar e destruir as defesas do paciente, e as lutas ficam nessa de vai e vem; os anticorpos só reagem porque recebem o apoio das químicas que ajudam no combate ao vírus, mas um dia esses medicamentos deixam de funcionar porque os vírus já estão resistentes aos medicamentos é então que os exércitos de vírus atacam em massa os exércitos de anticorpos do paciente que já estão debilitados e perdem a guerra, é quando o paciente vem a óbito. 

Houve uma cientista brasileira no Sul do país que conseguiu um medicamento a base de veneno de cobra com arsênico e outros produtos químicos não revelados e que, alguns pacientes que se submeteram ao tratamento com esse medicamento conseguiram zerar o número de vírus no sangue e o melhor de tudo é que esse medicamento não dava nenhuma reação ao paciente. Essa cientista foi apresentada num programa de televisão e depois dessa aparição nunca mais soubemos o que aconteceu com sua pesquisa e ninguém falou mais nela. Ela conseguiu zerar os vírus no sangue dos seus pacientes, logo, essa cientista conseguiu a fórmula de cura definitiva da AIDS.






Por: Ernani Serra
Pensamento: O silêncio é um amigo que nunca trai.
Confúcio