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27 de dez de 2014

Querem o Brasil com ou sem Crise


O Brasil é o único país no mundo que não devia ter crise política e nem econômica, porque o seu território é fértil e tem abundância na hidrografia de Norte a Sul e de Leste a Oeste

A presidenta Dilma Rousseff vai empossar no segundo mandato presidencial um ministério de banqueiros que só sabem trilhar pela cartilha dos economistas do primeiro mundo, ou seja, vão aumentar os impostos, vão apertar os cintos do povo, vão diminuir os empregos e até demitir funcionários, vão aumentar a inflação com recessão, vão desvalorizar a moeda do real mais ainda, são medidas impopulares contra o povo brasileiro que vai ficar mais pobre e miserável, em favor dos estrangeiros.

Se a presidenta fosse realmente nacionalista e quisesse o bem estar do nosso povo, não admitiriam tais propostas econômicas e exigiria que usassem do contrário, ou seja, que as indústrias nacionais só exportassem as matérias manufaturadas, que fossem proibidas todas as exportações da agropecuária in natura por tempo indeterminado e que todas as importações clandestinas (chinesas e de outros países) fossem apreendidas e taxadas, pagassem impostos ao país, evitando a concorrência desleal (contrabando) contra a indústria nacional. O mais importante, valorizar a moeda nacional mesmo que não haja exportação, mas que haja um mercado forte de abastecimento público. 

Ninguém se alimenta de dólares e sim de alimentos, portanto, deve-se ter em princípio uma produção de alimentos que abasteçam as necessidades do povo a preços acessíveis da fonte produtora, do comércio e consumidores, impedindo as chantagens dos grandes produtores da agropecuária e do comércio com o intuito de boicotar a produção para aumentar os preços ao consumidor. Esses produtores e comerciantes que agirem dessa maneira corrupta deve ser punido criminalmente e economicamente. 

Combate-se a crise é com trabalho, produção, alimentação farta e barata ao alcance do povo, suprindo todas as necessidades da população. 

Sem a exportação da agropecuária vai haver um superávit nos estoques alimentícios para abastecer as necessidades da população e só se deve deixar a agropecuária exportar quando houver excedentes na produção.  Vamos primeiro alimentar o nosso povo e deixar para segundo plano a exportação mundial para matar a fome e as necessidades de outras nações.

O dólar não é tão necessário para o Brasil, se assim fosse, não teriam triturado os trilhões de dólares na Bolsa de Valores. Não teriam perdoado a dívida de doze países africanos. Não teria dado trezentos milhões de dólares a Bolívia. Não teria desviado bilhões de dólares para construir um porto e um aeroporto em Cuba.

Nada de penalizar o povo com impostos e aumentos de tarifas, o governo deve exigir a responsabilidade das multinacionais em se responsabilizar com suas manobras e artifícios ou mau gerenciamento de suas despesas orçamentárias e contábeis, fazendo com que paguem os seus próprios débitos e não jogar as suas irresponsabilidades nas costas do povo que não tem nada haver com isso; e o governo quer a todo custo que o povo pague pela má administração estrangeira. Isso sim é criar um grande problema social, é criar e aumentar uma crise nacional. 

Tenho certeza que a presidenta vai compartilhar com os planos de sua equipe econômica antinacional para criar um grande problema interno no Brasil. 

Acredito até que tudo o que está acontecendo no Brasil é uma manobra antinacional para afundar o país, desacredita-lo internacionalmente, e deixa-lo frágil a mercê dos piratas e invasores da economia mundial e a nação cada dia mais pobre e miserável nas mãos dos estrangeiros.    





Por: Ernani Serra
Pensamento: Eles culpam tudo, menos a própria incompetência em administrar o Brasil, combater a corrupção, baixar impostos e investir em educação que é o essencial para um país crescer...
Luiz Carlos Mathias