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19 de fev de 2015

Beija-Flor Homenageia a Guiné


A Escola de Samba Beija-flor homenageou a Guiné Equatorial no desfile de Carnaval de 2015. Essa escola de samba recebeu do ditador (“Presidente”) da Guiné, dez milhões de reais para fazer uma propaganda enganosa de um país onde existe uma cultura de fome, sede, miséria social, prostituição de crianças e adolescentes, tráfico de seres humanos... Enquanto isso, o ditador (“Presidente”) desse país vive nababescamente uma vida de rei sem se importar com a miséria do seu povo. 

Esse país é exportador de petróleo, mas infelizmente não distribui as riquezas com o seu povo primitivo e miserável. 

Só mesmo no carnaval que esse povo é retratado com uma cultura elevada, mas na prática não há cultura para a maioria desse povo, só há cultura para os privilegiados da corte ditatorial. Esse ditador (“Presidente”) tirou da boca faminta de seus filhos nativos a importância de dez milhões de reais (US$ 3,5 milhões) para investir no carnaval de outro país (Brasil), enquanto há fome campeia no Continente da África, tudo isso, para exaltar o seu ego, um Hitler africano.

Esse dez milhões de reais que a escola de samba Beija-Flor recebeu da Guiné Equatorial a fez a campeã do carnaval de 2015.  

Na quarta-feira (18/02/2015) houve a votação das escolas de samba do Rio de Janeiro que consagrou a Beija-Flor como a Campeã do Carnaval de 2015.  

É uma coincidência suspeita, em 2006, o finado Hugo Chávez da Venezuela derramou alguns petrodólares na escola de samba Vila Isabel para que dançasse para a ambiciosa revolução bolivariana e nesse mesmo ano a escola foi campeã. Agora em 2015 o ditador (“Presidente”) da Guiné Equatorial Teodoro Obiang Nguema Mbasogo investe na escola de samba Beija-Flor a quantia de US$ 3,5 milhões, ou seja, R$ 10 milhões, e a Beija-Flor se torna a Campeã de 2015.

Cabe aos leitores verem os links abaixo sobre o desfile na Sapucaí (sambódromo) para ter a ideia da beleza e riqueza dessas escolas de samba.









Por: Ernani Serra 
Pensamento: A tradição do Carnaval diz que o dinheiro não tem cor, nem origem, nem bandeira.
Nelson Motta