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17 de mar de 2015

Crise Brasileira


Para evitar a falta de liquidez (falta de dólares) nos mercados de câmbio, o Banco Central tem realizado leilões de venda de swaps cambiais e, para evitar especulações, em outubro de 2008, realizou até mesmo vários leilões de venda de dólar físico à vista (moeda), utilizando as reservas internacionais do Brasil, o que não era feito desde 2003. Com isto, o Banco Central não pretendia derrubar as cotações do dólar, nem lhes impor um teto, mas somente aumentar a liquidez do mercado.

Por outro lado, o Banco Central tem-se mostrado atento a quaisquer indícios de falta de liquidez no sistema bancário brasileiro, tendo liberado, por mais de uma vez, várias dezenas de bilhões de reais dos depósitos compulsórios, especialmente para os bancos médios e pequenos. Fonte: Wikipédia.

Comentário
Todas as crises do regime capitalista estão intrinsicamente ligados à rede bancária internacional e nacional; quem governa o mundo globalizado são as entidades bancárias (os agiotas legalizados). 

Desde 2003, 2008 e 2011 que o governo brasileiro vem esvaziando as reservas internacionais do Brasil e deixando o país na miséria financeira. O ministro Mantega injetou na Bolsa de Valores bilhões e bilhões de dólares para baixar as taxas no câmbio do dólar e não surtiu nenhum efeito, ao contrário, o dólar continuou subindo até hoje, como as reservas do Brasil estão zeradas pararam de investir na Bolsa de Valores e o dólar continua subindo dia após dia, beneficiando o mercado financeiro internacional. 

A política econômica do Brasil ainda está usando aquela economia ortodoxa que não surte nenhum efeito positivo só age negativamente.

Os Estados Unidos saiu-se muito bem quando aplicou novas regras econômicas e financeiras para sair da crise e que está dando muito certo.    O presidente Barack Obama baixou os juros, aumentou as exportações e o emprego.

A União Europeia está se dando muito mal por estar aplicando aquelas velhas fórmulas políticas na economia daqueles países. 

O que o Ministro da Fazenda Joaquim Levy está propondo fazer com aumentos de impostos não é para crescer o país e sim, para engordar os cofres da nação para obter o superávit primário à custa da miséria do povo, e com isso, vai haver um tsunami negativo na economia do Brasil, a economia vai andar a passos de jaboti e o desemprego vai campear no mercado, juntamente com a fome populacional; com impostos altos, vai aumentar a inflação no mercado varejista, com recessão, enquanto a produção rural de commodities poderá aumentar com relação ao dólar alto no câmbio que só beneficia os importadores, mais com um prejuízo negativo aos produtores que só vão perder nesse intercâmbio de exportação, vão exportar em maior quantidade para receber o mínimo em dólares, esse aumento cambial só vai beneficiar a importação estrangeira no mercado de exportação nacional. Com o dólar nas nuvens o real vai para o esgoto.

Se os exportadores brasileiros fossem politizados não plantavam o suficiente para exportação fazendo um lobby para pressionar o governo, os banqueiros e o mercado internacional a baixar o dólar no Brasil, enquanto não baixassem não haveria exportação. Isso ia pressionar o governo brasileiro a tomar medidas a favor da economia da nação. 

Os ruralistas aumentavam a produção alimentícia e industrial na escala de uma superprodução interna e automaticamente baixaria os preços no mercado varejista e ao consumidor (oferta e procura), e com isso, criaria mais mão de obras evitando o desemprego. 

Se eles querem fazer os brasileiros de idiotas e jogar com pressão, então os brasileiros têm que pressionar o governo de qualquer forma criando novas fórmulas.







Por: Ernani Serra
Pensamento: O mundo está nas mãos dos banqueiros globalizados que manipulam todos os governantes políticos.
Ernani Serra