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21 de abr de 2015

Corrupção nos Contratos das Estatais


A Petrobras até a presente data (20/04/2015) não conseguiu publicar o seu balanço auditado de 2014, balanço esse todo maquiado e pedalado.

Em Nova Iorque a presidenta Dilma Rousseff disse querer maior aproximação com o setor privado e a reaproximação com EUA, diz Levy.   Essa é a proposta do governo em entregar o país aos capitais privados internacionais, já que estamos sob o comando da rede bancária internacional, inclusive com o FMI; para evitar que os EUA leve a Petrobras aos tribunais de  justiça com relação à corrupção na petroleira brasileira por estar prejudicando os investidores norte-americanos em ações de uma empresa falida, espoliada e assaltada pelos próprios dirigentes corruptos brasileiros. 

A presidenta Dilma Rousseff tem sempre o pulo do gato, como não pode mais pedir financiamento aos EUA por estar sem crédito, então vai ao FMC (Fundo Monetário Chinês), ou seja, ao Banco de Desenvolvimento da China e conseguiram os US$ 3,5 bilhões para tentar fechar o balanço de 2014 como se a Petrobras tivesse esse capital e ao mesmo tempo driblar os EUA para conseguir mais empréstimos bancários (créditos) apesar da Maria das Graças Foster ter dito que a Petrobras tem um rombo de mais de cem bilhões de reais e que, o povo é que vai pagar essa diferença que o ministro Joaquim Levy diz ser: Equilíbrio Fiscal; para o povo é um rolo compressor fiscal mais para o governo é uma arrecadação forçada para conseguir fechar o buraco do desequilíbrio do governo. Por conta disso tudo é que o Brasil está cada dia mais dependente da rede bancária internacional Ocidental e agora, da rede bancária chinesa (asiática) também. 

A presidenta do Brasil gosta desse jogo de tapar o buraco e fazer outro buraco ainda maior. 

Temos os rombos nos contratos das estatais: Refinaria Abreu e Lima, Gasoduto Coari-Manaus e Comperj, (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).

Abreu e Lima em Pernambuco onde um aditivo aumentou o valor do contrato em R$ 150 milhões, 568% a mais do valor inicial. Em 2005, a previsão de custo da obra era de R$ 7,4 bilhões. Até o final do ano passado, foram gastos na construção da refinaria R$ 35,7 bilhões – quase cinco vezes mais.  

Gasoduto Coari-Manaus, que teve aditivos de R$ 563 milhões: 84% acima do contrato. 

Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) é uma das maiores obras da história da estatal e seu orçamento em 2008, era de US$ 8,4 bilhões – na época, cerca de R$ 16,8 bilhões. Hoje, sete anos depois, o custo, mesmo em dólares, aumentou quase quatro vezes: US$ 30,5 bilhões – em reais são R$ 95 bilhões. Segundo apurou o Jornal Nacional.

Não tem país nem nação que aguente tamanha roubalheira, canalhice e crime, ainda dizem que a presidenta não tem nenhum crime que a possa condenar a um ato de impeachment, se isso não é crime contra a pátria e ao povo brasileiro então não existem mais crimes. 

O povo já está cansado de tantas falcatruas e o pior é que esses corruptos assaltam os cofres da União deixando a Petrobras e o Brasil falidos; e a nação nas mãos do capital estrangeiro através de dívidas contraídas para fechar o rombo do excesso de gastos dos governantes, que usaram e abusaram das verbas federais dos contribuintes como se fossem deles e agora quer fazer do povo o bode expiatório, pagando os inocentes pelos pecadores.   










Por: Ernani Serra
Pensamento: Governo dissimulado é como bandidos que agem na calada da noite.
Ernani Serra