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6 de jul de 2017

G-20

G20 (abreviatura para Grupo dos 20) é um grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Foi criado em 1999, após as sucessivas crises financeiras da década de 1990.[1] Visa favorecer a negociação internacional, integrando o princípio de um diálogo ampliado, levando em conta o peso econômico crescente de alguns países, que, juntos, representam 90% do PIB mundial, 80% do comércio mundial (incluindo o comércio intra-UE) e dois terços da população mundial. O peso econômico e a representatividade do G-20 conferem-lhe significativa influência sobre a gestão do sistema financeiro e da economia global[2] [3]

O G-20 estuda, analisa e promove a discussão entre os países mais ricos e os emergentes sobre questões políticas relacionadas com a promoção da estabilidade financeira internacional e encaminha as questões que estão além das responsabilidades individuais de qualquer organização.

Com o crescimento da importância do G-20 a partir da reunião de 2008, em Washington, e diante da crise econômica mundial, os líderes participantes anunciaram, em 25 de setembro de 2009, que o G-20 seria o novo conselho internacional permanente de cooperação econômica, eclipsando o G8, constituído até então pelas sete economias mais industrializadas no mundo e a Rússia.[4]Wikipédia.

Comentário
A reunião do G-20 vai se realizar no dia 07 e 08 de julho de 2017 na Alemanha e o Ministro da Fazenda Henrique Meirelles já viajou para lá no dia 05/07 e o Presidente da República Michel Temer vai amanhã dia 06/07 para prestarem contas aos países mais ricos do primeiro mundo que estão fazendo a lição conforme as determinações do grupo do G-20.

São esses poderosos da economia mundial e financeira que o Brasil está sendo tragado pela crise interna criada por esses banqueiros que vem determinando através dos seus agentes políticos: Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, Henrique Meirelles e Michel Temer, as aplicações das leis de austeridades fiscais que foram confeccionados pelos economistas e banqueiros internacionais para esmagarem o povo e o trabalhador brasileiro, como já fizeram com a Grécia e outros países do terceiro mundo e emergentes. 

Pelo visto, o governo brasileiro não está interessado em melhorar a economia e o bem-estar do seu povo e sim, de produzir dólares através da agropecuária e outros meios para enviar os juros mensalmente a esses países credores através dos seus bancos e também, se aproveitando da crise interna do país para internacionalizar o Brasil através de leilões e privatizações verdadeiro balcão de negócios. O Brasil está sendo fatiado e vendido a varejo para todos os países do primeiro mundo.

Esses países capitalistas do primeiro mundo através da globalização estão sangrando e fazendo transfusão de sangue do trabalhador e do povo brasileiro para matar o povo de fome, de doenças e para iludir esse mesmo povo de que é necessário a implantação dessas Reformas em prol dos brasileiros quando na verdade é para beneficiar os banqueiros internacionais. Eles só falam em nome do povo e para o povo quando há interesses ocultos que só beneficiam essa classe internacional.

Os políticos que apoiam essas Reformas são cúmplices dessa trama traidora que vai levar os trabalhadores e o povo a ruína total.     São políticos corruptos que estão coniventes com a máfia dos banqueiros internacionais que sobrevivem da miséria dos países do terceiro mundo e emergentes, são sanguessugas financeiros que encontram terra fértil em políticos corruptos e comprometidos em bajular os poderosos e se tornam pessoas mesquinhas, insignificantes, traidoras, bajuladoras, capachos, imorais, etc.

Essas pessoas se acham importantes, mas não são, porque servem aos interesses internacionais e fere a segurança do Brasil, essas pessoas são imigrantes ou descendentes de imigrantes, não têm pátria. São uns párias, uns inimigos dos países que os acolhem, é como um vírus querendo destruir um corpo são.





Por: Ernani Serra 
Pensamento: Os otimistas vivem numa realidade utópica enquanto os pessimistas vivem na verdadeira realidade dos acontecimentos de maior destaque.
Ernani Serra